Redes sociais vão substituir o currículo?

Muito se fala sobre uma possível tendência das redes sociais virem a substituir os currículos tradicionais no futuro. De acordo com a Você RH, em uma pesquisa recente, os executivos de recursos humanos brasileiros são os que mais acreditam nesta tendência. Para 34% deles, é muito provável que redes como o LinkedIn e o Facebook tomem o lugar dos currículos, enquanto 42% consideram a substituição pouco provável. A Holanda vem logo em seguida do Brasil: lá, três em cada dez executivos de RH apostam na mudança do CV tradicional para as redes sociais, enquanto 50% acham pouco provável.

Quando questionados sobre a eficiência das redes sociais como ferramentas de recrutamento, 54% dos brasileiros acreditam no potencial delas. Neste quesito, a liderança fica por conta dos executivos da China (64%) e de Cingapura (56%). Os da Alemanha (67%) são os que menos consideram as redes sociais eficientes no recrutamento, seguidos pelos da Bélgica (63%).

No Brasil, o principal uso das redes sociais no processo de recrutamento se dá na verificação de referências de potenciais candidatos, conforme relatado por 25% dos RHs brasileiros. O uso das redes também foi considerado válido para os pesquisados na comunicação com candidatos (24%) e na seleção de profissionais (21%). Na média global, as redes sociais são consideradas muito úteis na seleção e na comunicação com candidatos, segundo 26% dos executivos.

E para você, redes como o LikedIn e o Facebook podem vir a substituir os currículos tradicionais? Comente!

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3 thoughts on “Redes sociais vão substituir o currículo?

  1. Acredito que o sistema de edição de perfil profissional pode sim e será muito provavelmente substituído pelo Linkedin ou talvez algum concorrente que ainda poderá surgir.
    Em relação ao facebook, não acredito que seja capaz de fazer o mesmo, o facebook tem por sua característica mais forte, a personalização do perfil, que gera grande número de ações que não tem relação com o trabalho, enquanto o Linkedin o profissional tem de se adequar aos padrões de postagem e informações do próprio site.

    Talvez em culturas diferentes, como nos EUA, por exemplo, onde a visualização dos perfis dos empregados por parte dos superiores é muito maior, o Facebook possa se tornar um aliado na busca de candidatos, mas ainda assim não será um substitutivo.

    Outro fato importante é que o Facebook está com o crescimento do número de usuários diminuindo gradualmente. De números explosivos de 178% que tinha em seu início de abertura para o público comum (fora do ambiente academico norte americano) até hoje que está em menos de 2%.

    Este crescimento irá parar, e começar o processo contrário. Enquando o Linkedin acabou de instalar sua versão em Português, ainda há muito o que crescer.

    Ivan Caperuto

  2. Imaginem só se o modelo atual de currículo fosse igual aos antigos e extensos relatórios de experiências profissionais que os candidatos enviam para avaliação de uma oportunidade de emprego? Páginas e páginas que só de pegar para ler já dava preguiça. O currículo precisa evoluir e a onda do momento é alavancada pelo Linkedin e pelo Facebook, porém não digo que estas serão as ferramentas que substituirão o modelo de currículo atual, mas a evolução delas pode resultar em algo que surpreenderá o mercado e as empresas caça talentos e de RH.
    Que Deus nos abençoe.
    Saulo Uainer, direto do Brasil para o mundo.

  3. Tenho certeza que sim, assim como aconteceu com os anúncios em jornais que desapareceram com o advento da internet. Hoje só se procura emprego em sites. É claro que isso demora, mas é uma tendencia irreversível. Depois do linkedIn a conversa de “me manda o seu curriculum”, já caiu por terra. Não precisa nem pedir. Sabendo o nome da pessoa, é só procurar na rede, que você vai achar as informações que você quer e na hora (obviamente se a pessoa tiver disponibilizado). É o progresso!
    Sidnei

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