Os números do setor automotivo no Brasil

Com o aquecimento do mercado automotivo no país, vários estados vêm investindo no setor e gerando empregos. No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, serão gerados quatro mil empregos diretos e formais até o ano que vem, além de mais de 20 mil novos postos de trabalho nos próximos seis anos. A expectativa é reflexo de bom movimento econômico do Rio nesta década, quando o número de empregos gerados no setor passou de 3.430, em 2010, para 6.360, em 2011. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego.

Imagem: Internet

O crescimento experimentado pelo Brasil não é sentido no resto do mundo. A agência de classificação Moody’s reduziu em setembro suas previsões de crescimento para o setor automotivo mundial pela fragilidade da demanda na Europa e a queda das vendas na China, segundo um estudo publicado recentemente. “Apesar de prevermos um crescimento das vendas de veículos de 4,4% este anos, revisamos nossa previsão para 2013 a 2,9% contra 4,5% que esperávamos em janeiro”, destacou Moody’s na ocasião. A agência argumenta que existe “uma demanda mais frágil que o previsto na Europa e um crescimento econômico que se desacelera na China”.

Em terras brasileiras, o governo toma medidas para manter o setor automotivo aquecido. O Ministério da Fazenda anunciou recentemente a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, já que, na avaliação do governo, um maior aquecimento da produção de automóveis no segundo semestre será um reforço adicional à retomada da economia. Nas contas da Fazenda, a produção de automóveis contribui com cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial e gera efeitos importantes na produção de autopeças, máquinas e equipamentos (UOL).

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