Autonomia para engajar

Já pensou na possibilidade de colocar os funcionários de chão de fábrica para mostrarem a linha de produção para os clientes ou para acompanharem os auditores dos selos ISO? A ideia foi apresentada durante o CONARH e é considerada radical, mas pode ser saída para buscar o engajamento de funcionários. As vezes os gestores não deixam as responsabilidades chegarem até o chão de fábrica e isso desestimula o engajamento.

Seguindo esta linha de raciocínio, o gerente de Manufatura para a América do Sul da Volvo, Cyro Martins, conta que os programas de treinamento da empresa passaram por uma reformulação. O conteúdo passou a mostrar todo o processo de fabricação, apontando, inclusive, as conseqüências de eventuais erros. “Equívocos em pequenas peças dos veículos podem causar graves acidentes”, exemplifica.

Para o executivo, existe uma diferença grande entre comprometimento e engajamento e é a segunda atitude que as empresas devem estimular nos funcionários. Segundo ele, quando a equipe está comprometida, ela não vai além do próprio trabalho, enquanto que uma equipe engajada consegue extrapolar as fronteiras e pensar na empresa como um todo.

Fonte: ABRH

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