Você tem um plano de carreira?

Por mais investimentos que se faça na vida profissional, a maioria das pessoas não possui um plano de carreira sólido. Por este motivos, esses indivíduos tendem a ser menos assertivos na hora de tomar decisões profissionais, já que objetivos e metas de curto e longo prazos não são bem definidos.

Imagem: Internet

Assim como algumas empresas, profissionais vão deixando o planejamento pessoal de lado e só se dão conta deste fato quando perdem uma boa oportunidade ou uma promoção. É interessante saber suas habilidades, talentos e aonde chegar com eles. E a solução pode ser mais simples do que se imagina: pedir feedback ao chefe e aos colegas para descobrir seus talentos, fraquezas e vulnerabilidades, por exemplo, é uma boa forma de conseguir autoconhecimento.

Vamos planejar o futuro

Sem um planejamento bem pensado, ao longo dos anos, o profissional se dá conta de que simplesmente passou por alguns empregos, mas não evoluiu com eles. É difícil sair de uma zona de conforto, no entanto, isso é preciso para se chegar a um objetivo maior. Para sair da inércia e começar a pensar nos rumos e objetivos de carreira, é preciso definir o estilo pessoal, valores centrais, necessidades básicas, interesses prioritários, habilidades, talento e construção de uma imagem condizente com aquilo que se pensa. Toda e qualquer iniciativa tomada de forma coerente e bem pensada reduz os riscos de um erro futuro. A Época Negócios coletou dicas de especialistas em carreira para ajudar na elaboração de um plano. Veja a seguir:

– Pense no cargo que ocupa no momento. Liste o que esse cargo exige e o que poderia fazer mais. Pergunte-se: Estou entregando algo a mais antes de cobrar um reconhecimento?

– Pegue uma folha e faça uma relação com o que faz de melhor tecnicamente e quais suas habilidades comportamentais (vale aquelas que você já percebeu ou as que apontaram);

– Em outro quadrante coloque o que sabe que precisa superar e melhorar. Observe: o que mais critica talvez seja o que mais precisa melhorar em você mesmo;

– Calcule seu valor de mercado, que é o conjunto das competências técnicas e comportamentais. Compare a média salarial da vaga que está almejando com o seu salário atual. Avaliando o quadrante inicial (a lista de qualificações do cargo que deseja), é possível saber o quanto está próximo ou distante. Essa é uma ferramenta importante até para pedir um aumento de salário;

– Listadas as habilidades, é preciso desenvolver ações para alcançar os diferenciais necessários. Não precisa ser um MBA, podem ser leituras simples, leitura de artigos etc;

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