Os livros de gestão mais influentes

gestão e a administração dos negócios são temas de inúmeros lançamentos de livros todos os meses. Embora a maior parte traga pouco de novo, de tempos em tempos surge uma obra que efetivamente influencia a maneira de se administrar as empresas. É na capacidade de identificar tendências, enxergar o que pouco depois pareceria óbvio e antecipar mudanças que os pensadores dos negócios se destacam. A revista americana Time fez uma seleção dos mais importantes livros do gênero nas últimas décadas. Alguns deles nós mostramos aqui. Você já leu algum?

The Age of Unreason (1989), de Charles Handy
– A Era da Irracionalidade

Handy, então um professor visitante da London Business School, descreve na obra as dramáticas mudanças que estavam ocorrendo no cotidiano e no ambiente de trabalho no final da década de 80. As novas tecnologias e a diminuição dos postos de trabalho de período integral, entre outros, fizeram com que fosse necessário abandonar as velhas regras e experimentar novas maneiras de trabalhar uns com os outros. O livro do professor só cresceu em importância nas décadas seguintes à sua publicação. A ascensão da internet, o crescimento da terceirização e a explosão das redes sociais provaram que sua interpretação dos fatos estava incrivelmente precisa.


Built to Last: Sucessful Habits of Visionary Companies (1994), de Jim Collins e Jerry Porras
– Feitas para durar – Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias

Essa pesquisa seminal com 18 companhias visionárias, como Disney, 3M e Sony tenta revelar as práticas que levaram essas companhias a se destacar. Os professores de negócios de Stanford, Jerry Porras e Jim Collins, descobriram que, ao contrário do senso comum, as empresas mais bem-sucedidas não são lideradas por presidentes extraordinários. Ao contrário, o que elas têm em comum é uma forte cultura corporativa. Em outras palavras, contratam profissionais brilhantes e permitem seu desenvolvimento. Hoje, pode parecer óbvio, mas nos anos 90 deixou muita gente de cabelo em pé


Competing for the Future (1996), de Gary Hamel e C.K. Prahalad
– Competindo pelo Futuro

Neste livro, Hamel e Prahalad propõem um conceito mais amplo para a definição de estratégia de negócios – uma redefinição que desde então se consolidou como a mais aceita. Eles mostram como o planejamento estratégico é necessário a todo tempo, não apenas durante pequenos intervalos nos negócios regulares da empresa. Entre os ensinamentos chave do livro está a necessidade de cultivar suas principais competências para não somente se adaptar aos novos tempos, mas também se antecipar às mudanças.


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