Trabalho em pé

É comum atribuir o conforto da cadeira do escritório ao rendimento no trabalho, mas já acredita-se que a falta dela é ainda melhor. Segundo matéria do The Wall Street Journal, um novo estudo que compara a produtividade de trabalhadores que passam o dia todo sentados a outros que usam mesas que permitem o trabalho em pé concluiu que, quando os funcionários trabalham desta forma, eles rendem mais.

Este tipo de mesa é conhecida, em inglês, como “stand-up desk e têm ganhado popularidade nos últimos anos, e um estudo feito recentemente por pesquisadores da universidade Texas A&M concluiu não só que o trabalho em pé é, de fato, mais confortável para as pessoas — provavelmente por permitir que elas se movimentem —, mas que essas mesas também beneficiam os empregadores.

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Os pesquisadores verificaram que os funcionários de uma central de atendimento trabalhando em mesas ajustáveis, que permitem tanto trabalhar sentado quanto em pé, eram 46% mais produtivos que os empregados usando mesas tradicionais. E isso ocorreu mesmo quando os funcionários tinham menos experiência no emprego.

Os pesquisadores atribuíram grande parte dos ganhos de produtividade ao maior conforto físico relatado pelos funcionários nas mesas mais altas. Quase 75% desses trabalhadores disseram que sentiam menos desconforto depois de usar as mesas para a pesquisa, que durou seis meses. O maior conforto relatado é consistente com pesquisas anteriores mostrando que as mesas para o trabalho em pé oferecem benefícios aos usuários — ajudando a queimar mais calorias, por exemplo, ou melhorando a concentração e outras faculdades mentais.

Os cientistas, que são ligados à área de Ergonomia, acreditam que os resultados do estudo não se resumem apenas ao fato de os empregados trabalharem em pé, pois estar estaticamente em pé não é muito melhor que estar estaticamente sentado. A principal diferença seria que as mesas do tipo “stand-up” levam as pessoas a se movimentarem mais: elas se mexem, balançam, viram, vão para frente, para trás, o que é crucial na era da inatividade induzida pela tecnologia. Que tal fazer o teste?

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O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

As paralimpíadas no Rio de Janeiro foram sucesso de público e ensinaram lições valiosas sobre superação e inclusão. Embora o assunto esteja mais quente do que nunca (ainda bem) e o evento esportivo tenha uma contribuição excepcional para toda esta discussão, ela não é de hoje. No mercado de trabalho, a lei que estabelece cotas para trabalhadores com deficiência completou, em julho, 25 anos.

A Lei 8.213, de 1991, determina que empresas com 100 ou mais empregados são obrigadas a preencher, de 2% a 5% dos seus cargos, com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. Mesmo com a regra, muitos profissionais que têm muito a contribuir ainda não estão inseridos no mercado. Para se ter uma ideia, se as empresas brasileiras realmente cumprissem a lei, pelo menos 827 mil vagas deste tipo seriam geradas, segundo o Ministério do Trabalho.

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De acordo com estimativa baseada no censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil, pelo menos sete milhões de pessoas com deficiência elegíveis para a cota. No entanto, as empresas geraram apenas 381.322 postos, conforme os registros da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho de 2014, o dado mais atual. O número é quase três vezes menor do que a real capacidade prevista na legislação.

Para especialistas, muitas empresas não contratam pessoas com deficiência porque desconhecem suas capacidades. Muitos empregadores acham que as pessoas com deficiência não vão dar conta do trabalho, mas normalmente depois acabam mudando de ideia e vendo o quanto isso é importante para a empresa e também para o trabalhador, que se dedica ao máximo para corresponder às expectativas de quem o contratou.

A mudança cultural é urgente, no sentido de romper preconceitos e a comunidade passar a reconhecer que os esforços devem ser coletivos. Sabe-se que muito ainda deve ser feito para que a pessoa com deficiência possa transitar livremente e com autonomia em todos os espaços públicos e, principalmente, ter condições de manter-se com o fruto de seu trabalho e integrar-se. É hora de aproveitar a discussão e, quem sabe, promover uma mudança real na sociedade.

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Sobrecarga de e-mails é prejudicial

Quantos e-mails você costuma receber por dia? É daqueles que chega a suar frio à medida que as mensagens não lidas vão acumulando na caixa de entrada? É bom ficar de olho, pelo bem da saúde e até da própria carreira: a grande demanda de funções no trabalho faz com que o nível de estresse seja elevado, acarretando na perda de produtividade.

Segundo pesquisa elaborada pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, o e-mail é o grande vilão do estresse no trabalho. Spamsnewsletters e mensagens eletrônicas internas também contribuem para a saturação dos trabalhadores, que nem sempre criam o hábito de organizar todas essas informações assim que chegam no trabalho.

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Os profissionais, em geral, afirmam que o número de informações que são gerenciadas por eles ao longo do dia é excessivo e que essas atribuições, tais como checar e-mail e etc, podem tomar até 30% do tempo do seu expediente. Com o advento do e-mail, entre outras tecnologias, o trabalhador se vê diante de um grande volume de informações, o que acaba tirando a atenção do que de fato deveria ser importante naquele momento.

Além disso, em determinadas vezes, o profissional acaba levando trabalho para casa, o que o desmotiva mais ainda para o trabalho. Algumas empresas oferecem treinamento especial para seus funcionários sobre como usar novas tecnologias para gerenciar de forma eficiente a informação, sobretudo, o mais importante é se manter atento, mas nunca desligar-se do seu trabalho principal.

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Mercado depois das Olimpíadas

Embora muitas previsões pessimistas tenham sido feitas sobre a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, a cidade mostrou para o mundo que o Brasil é capaz de receber eventos de classe internacional. Uma onda de otimismo tomou conta dos brasileiros e foi, naturalmente, refletida para o mercado de trabalho. Antes dos Jogos, o mercado aqueceu: a taxa de desemprego no estado tornou-se uma das menores do País, segundo o jornal O Globo, em função da preparação para o megaevento.

As Olimpíadas e grandes empreendimentos ajudaram a diminuir os impactos da crise econômica no Rio. Isso foi sentido principalmente nos setores de Construção Civil e de Turismo. Em relação ao primeiro, o panorama agora é incerto. Especialistas não estão otimistas, já que os 30 mil trabalhadores que foram alocados nas obras de infraestrutura foram dispensados após o início dos eventos olímpicos. No entanto, para conter o problema, a Prefeitura do Rio divulgou que pretende tentar compensar as demissões com novos projetos de mobilidade, logística, infraestrutura e saneamento, que gerariam mais de 38 mil empregos.

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Para o Turismo, e expectativa é um pouco melhor. Os 30 mil novos quartos de hotel significam 120 mil novos postos de trabalho, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. O fato de estar sob os holofotes também é apontado como um fator a favor do Rio de Janeiro, que deve receber mais turistas, movimentando o mercado e impulsionando também todo o setor de serviços.

No mais, alguns especialistas – e também o governo – acreditam que a realização das Olimpíadas no Rio contribui para a geração de renda e emprego, além de impulsionar os investimentos e a economia do País. Um estudo encomendado pelo Ministério dos Esportes à Fundação Instituto de Administração (FIA), realizado quando a cidade ainda era candidata a sediar as competições, defendia que os investimentos feitos para o evento teriam um efeito multiplicador amplo e diversificado sobre a economia, que duraria anos. O impacto também seria positivo fora do Rio de Janeiro, já que cerca de metade desses postos de trabalho beneficiariam moradores de outros Estados.

Outros levantamentos também defendiam que o evento poderia proporcionar benefícios para as economias local, regional e nacional, ao estimular investimentos incrementais e estruturais. Mas muitos economistas são mais conservadores em relação ao impacto dos Jogos no mercado.

Em um artigo para a BBC, Wolfgang Maennig, especialista em economia do esporte da Universidade de Hamburgo, diz que vem estudando há anos os impactos econômicos de grandes eventos esportivos e que essas competições “costumam ser um jogo de soma zero”. Segundo ele, estudos empíricos não captaram nenhum efeito significativo dos Jogos na geração de emprego, renda e arrecadação de impostos. No entanto, especialistas lembram que, por causa dos Jogos, as pessoas ficam mais felizes e com a autoestima mais elevada. E isso pode ser considerado, também, uma parcela impulsionadora para o trabalho e, consequentemente, para a economia. Agora que a festa passou, nos resta observar os novos rumos do mercado de trabalho pelos próximos meses.

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Autoestima e produtividade

O dia-a-dia profissional exige energia emocional, física e mental. No entanto, equilibrar tudo isso não é tão fácil. Um chefe rígido demais, um colega que sabota ideias, a falta de reconhecimento, as fofocas, o salário questionável, entre outros fatores, podem minar qualquer ambiente de trabalho. Se isso acontece, a falta de ânimo aparece. E é neste detalhe que se deve prestar atenção, já que a consequência pode ser a autoestima ficar abalada.

Uma vez que a autoestima reflete o que acreditamos ser, o autoconhecimento é fundamental. Basicamente, isto significa que o profissional deve ser seguro o suficiente para acreditar no próprio potencial, respeitar suas limitações e não temer o julgamento dos colegas quando sugerir algo. O processo para atingir uma autoestima elevada não é fácil, mas também está longe de ser impossível.

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A autoestima está diretamente ligada à produtividade em um ambiente de trabalho e, quando ela está em baixa, é sinalizada pela tendência do profissional a achar que não consegue dar conta das tarefas, pelo modo como ele tende a se anular e esconder e também pela constante insatisfação com resultados das atividades que faz. Se somar estes sintomas à tristeza que eles provocam, naturalmente o funcionário se sentirá pressionado e ficará descontente. É uma bola de neve que culmina em uma produtividade abaixo da esperada por gestores.

Aumentar a autoestima é um trabalho de formiguinha, uma tarefa que, em primeiro lugar, vai exigir uma boa dose de consciência do que realmente está tornando o trabalho um fardo. Mudanças radicais não são eficientes a longo prazo. É um trabalho gradativo e muitas vezes lento. As comparações com os colegas que estão em cargos acima devem ser evitadas e um bom começo para virar o jogo é fazer comparações com funcionários que estão no mesmo nível e condições que as suas.

Cuidar da aparência também é importante, já que se sentir bem aumenta a confiança. Deixar a autocrítica e ter um autoconhecimento mais amplo só aumentam as chances de uma situação desconfortável no trabalho desaparecer.

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Lúcia de Almeida, da MSA, comenta sobre trabalho na terceira idade

O envelhecimento da população transformou consideravelmente o mercado de trabalho. Uma parcela das pessoas que já poderiam estar aposentadas vê como uma opção real, cada vez mais, o retorno às suas antigas funções (ou o início de uma nova carreira, por que não?). E a redescoberta da vida ativa, seja pela necessidade de complementar a renda, seja para ocupar o tempo que ficou livre, foi destaque do programa Balanço Geral RJ, da TV Record. Para tratar do assunto, a reportagem ouviu Lúcia de Almeida, executiva da MSA RH, que deu dicas para os profissionais mais experientes que desejam se manter ou voltar ao mercado de trabalho. Confira abaixo este trecho:

 

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Brasileiros confiam menos nas lideranças

Você confia na administração pública? E nas lideranças da iniciativa privada? Se seus níveis de confiança estão abalados, saiba que este sentimento é uma tendência atual entre os brasileiros. Uma pesquisa recente mostrou que os cidadãos perderam ainda mais confiança em líderes dos setores público e privado, desde o ano passado.

Em 2015, 32% dos brasileiros que participaram da pesquisa diziam ter menos confiança em líderes do que no ano anterior. Em 2016, esse número aumentou para 41%. Ao mesmo tempo, 15% dizem confiar mais em líderes, uma queda de seis pontos percentuais em relação à pesquisa do ano passado. Caiu também, de 31% para 28%, o volume de pessoas que consideram os líderes no país eficientes.

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O levantamento global contou com três mil respondentes e foi realizado em 10 mercados, entre eles o Brasil. Além de políticos e líderes empresariais, a pesquisa também inclui lideranças de comunidades, ONGs e sindicatos. Na média global, a confiança nos líderes também caiu, mas com menos intensidade do que no Brasil.

A pesquisa também apontou as características que os brasileiros mais gostariam de ver nas lideranças. Quando perguntados sobre qual o perfil do líder que as pessoas querem admirar e no qual podem se inspirar, cerca de 90% dos respondentes dariam preferência a alguém que peça desculpas pelos seus erros e que use linguagem coloquial. Mais da metade também prefere um líder que priorize atitude a discurso, que seja mais racional do que emotivo e que tenha experiência real na sua área de atuação. Esse último ponto foi considerado por 62% mais importante do que ter credenciais acadêmicas.

Fonte: Valor

 

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Pausa produtiva

No senso comum, férias significam um momento para descansar o corpo e a mente, recarregar as energias para enfrentar, de forma saudável, outra jornada de trabalho. Mas há quem defenda que esse período pode servir também para outras finalidades, como assimilar novos conhecimentos e refletir, sob outros pontos de vista, a respeito dos desafios e posturas profissionais. É a pausa produtiva.

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Segundo especialistas, livre das pressões e obrigações do dia a dia, o profissional tem a possibilidade de analisar as grandes questões que o afligem sob outras óticas, e ainda pode adquirir outros tipos de experiências se conectando com o ambiente que escolheu para descansar. É, então, durante as férias que o indivíduo se abre para perspectivas que não enxerga no dia a dia e muitos insights que não surgem quando se está no trabalho podem vir à tona quando se distancia daquela realidade e vive outras experiências.

As pessoas já costumam fazer isso, mas inconscientemente. As vivências que elas tiveram no período de férias de alguma maneira influenciam seus movimentos posteriormente. Entretanto, pode haver um direcionamento para que haja melhor proveito dessas experiências. Mas segundo especialistas em carreira, tornar essa prática consciente não significa ficar pensando no trabalho durante o período de férias. Pode-se ir para o período de descanso com o intuito de trazer algo de volta, ou seja, ficar atento ao que se está fazendo naquele período. A reflexão sobre quais competências foram aplicadas em determinada atividade, sobre quantas vezes nos permitimos quebrar nossos protocolos durante uma viagem e o que sentimos ao fazê-lo ficam para depois da volta. É quando você vai revisitar os aprendizados e sensações que teve e analisar quais dessas coisas vai querer que perdurem no dia a dia, dali em diante.

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Os melhores talentos não deixam as empresas, deixam os gestores

No mercado de trabalho, a movimentação é constante: profissionais migram de empresas e de áreas o tempo todo e as razões podem ser variadas, nem sempre relacionadas a maiores ganhos financeiros. Um artigo publicado no LinkedIn discorre sobre o assunto e afirma que pessoas desmotivadas, problemas de relacionamento e de comunicação, falta de visão e direcionamento, projetos desacreditados, problemas com a liderança, entre outros, são fatores que levam os melhores talentos a saírem das empresas.

Segundo o autor, Leonardo Vilela, geralmente o motivo para a saída dos profissionais não é o salário ou o horário inflexível. A principal queixa dos profissionais é exatamente sobre as pessoas, ou melhor, a Gestão de Pessoas. É a mesma ideia recorrente no mercado, que afirma que os talentos não deixam suas empresas, mas seus gestores. O que fazer, então, para melhorar esta gestão antes mesmo que os talentos sintam-se motivados a deixarem suas posições?

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Para o autor, o princípio de tudo é que os valores da empresa sejam compatíveis com os do colaborador, aspecto alinhado ainda no momento da contratação. Além disso, outras práticas de Gestão de Pessoas devem ser adotadas pelas empresas, como compartilhar sua visão com todos os funcionários. Pessoas felizes fazem parte de algo, sentem-se de fato úteis e colaborando, não apenas seguindo ordens, mas contribuindo de forma proativa, sendo ouvidas, compartilhando conhecimento e principalmente entendendo claramente o que estão fazendo e para onde estão indo.

Os desafios também são importantes e, quando compatíveis com as competências, são os principais ingredientes da motivação. Assim como o feedback, que constitui uma poderosa ferramenta de valorização. Segundo o artigo, todos os colaboradores devem ser acompanhados por avaliações de desempenho, já que elas fazem as pessoas se sentirem valorizadas com as competências que têm e saberem exatamente quais pontos devem ser desenvolvidos. Outro fator essencial para reter talentos é um ambiente propício ao desenvolvimento de ideias e inovação. Permitir o erro, premiar projetos e possibilitar que os próprios colaboradores proponham sugestões para resolver problemas são medidas que resultam em ótimos resultados.

Segundo outro artigo também publicado no LinkedIn, é imprescindível disseminar uma cultura onde a meritocracia realmente seja aplicada e favoritismos sejam eliminados, onde profissionais qualificados sejam reconhecidos e a missão e valores da empresa de fato estejam presentes, e não simplesmente nos cartazes nas paredes da empresa.

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Profissionais de 30 anos estão frustrados

Todo mundo, em pelo menos uma fase da vida, se sentiu insatisfeito com o trabalho. É normal, ainda mais quando se está na faixa dos 30 anos de idade. Embora a frustração ocorra em qualquer período da vida útil, uma pesquisa recente feita por uma empresa de comunicação indica que 52% dos profissionais brasileiros de cerca de 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. O levantamento ouviu 1.200 pessoas.

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Como possíveis motivos para este fato, especialistas apontam, principalmente, para escolhas equivocadas de profissões. A falta de autoconhecimento é um agravante, já que é comum que jovens tenham pouco pensamento crítico e se deixem levar pela opinião de terceiros, resultando em escolhas de carreira equivocadas. Na fase de escolha profissional, os estudantes acabam optando pelo fator financeiro, o que não é uma estratégia sustentável, e não analisam o quanto aquela escolha vai impactar no nível de felicidade, satisfação e realização.

Pelo levantamento, apenas 16% dos jovens das classes A e B e 15% da classe C estão realizados com o trabalho, enquanto 9% dos entrevistados de alta renda e 10% da classe C aceitariam ganhar menos para ter mais qualidade de vida. 26% dos entrevistados das classes A e B gostariam de ter uma profissão que proporcionasse mais realização. Esse sentimento é compartilhado por 28% dos pertencentes à classe C.

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