De onde vêm os CEOs

A maioria dos CEOs não surge de uma hora para outra. Quem aspira uma posição destas deve dimensionar as oportunidades e definir um caminho de forma a gerenciar suas escolhas de carreira. Uma pesquisa revela que, dos novos presidentes recrutados nos últimos anos, 21% vieram da área financeira e 19% da comercial. Cerca de 30% dos CEOs das empresas consultadas passaram os primeiros anos de suas carreiras desenvolvendo uma base sólida em finanças. Esta é, de longe, a experiência inicial mais comum dos atuais ocupantes do cargo. Tipicamente, as empresas estão à procura daqueles que podem desenvolver uma estratégia forte e entender as ramificações financeiras das decisões de negócios.

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A prevalência de CEOs com estes fundamentos sólidos aponta para o fato de que as grandes empresas preferem os que podem criar valor para a organização e que entendem seu direcionamento financeiro. Foi possível notar quais mercados receberam CEOs de alguns setores da economia. Entre os que foram contratados pelo mercado financeiro, por exemplo, 60% saíram de outras áreas: 30% atuavam em infraestrutura e 30% trabalhavam com bens de consumo.

O trabalho de 9h às 17h está acabando

Talvez a sua ideia de jornada de trabalho não se resuma mais àquele horário de 9h às 17h. E uma pesquisa da CareerBuilder comprova que é isso mesmo: o horário de trabalho tradicional, da forma que você conhece de longa data, está mesmo com os dias contados.

Os pesquisadores consultaram, nos Estados Unidos, mil funcionários em tempo integral, de setores como TI, Vendas e Serviços, sobre seus horários e padrões de trabalho. Bem mais do que a metade, 63%, disseram que a ideia de uma jornada de 9h às 17h é um conceito ultrapassado. Metade destes trabalhadores costuma responder e-mails fora do expediente, e 38% acabam trabalhando, de forma geral, fora do horário tradicional. Além disso, cerca de 24% dos consultados checam os e-mails profissionais enquanto estão com a família e os amigos.

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Estes resultados não causam choque algum e comprovam a realidade de que encontrar o justo equilíbrio entre trabalho e vida pessoal está cada vez mais difícil. As pessoas estão sempre ligadas aos seus smartphones, tendência que sempre gera muitas críticas e movimentos contra. Basta ver quantas políticas empresariais são criadas para incentivar seus funcionários a se desconectarem, e notar uma profusão de estudos sobre os malefícios da conectividade contínua. O fim do expediente tradicional é, portanto, visto por muitos como um sinal de vício em conexão.

Mas nem todo mundo enxerga o fim do horário de 9h às 17h como um sinal de trabalho em excesso e, consequentemente, uma desvantagem. Alguns especialistas apontam pontos positivos nesta nova forma de trabalhar, como a flexibilidade, tanto de horário quanto de espaço físico, e a concretização de uma nova cultura em que tudo é mais rápido e em que é possível fracionar as horas de trabalho.

Embora as pesquisas mostrem que voltar a atenção de seus entes queridos para seu smartphone seja definitivamente prejudicial aos relacionamentos, há também os que acreditam que a flexibilidade de trabalhar via dispositivos móveis permitiu que as pessoas possam estar mais presentes e sejam, por exemplo, pais mais engajados de uma forma geral.

E você, acredita que o fim do expediente tradicional tem mais vantagens ou desvantagens?

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MSA RH aborda no blog assuntos de interesse do mercado de trabalho e procura divulgar informações relevantes para os leitores, englobando temas do ambiente corporativo, como carreira, negócios e recursos humanos. É importante frisar que todos os dados e pesquisas apresentados neste espaço são de responsabilidade de fontes confiáveis, como institutos de pesquisa e veículos de comunicação de reconhecimento nacional e internacional.

O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

Tradição é estratégia de negócios da Disney

Inovação é importante, mudanças de estratégia são bem vindas, mas a tradição tem um peso enorme para algumas companhias. Veja o caso da Disney: desde os tempos de Walt, englobar plataformas e aproveitar o máximo de cada produto são ações essenciais para o sucesso da empresa.

Além disso, a fórmula da companhia parece ser bem semelhante à adotada há décadas. Por trás das histórias que cativam gerações, está um eficiente trabalho de construção de imagem e equipes extremamente motivadas.  Um dos segredos da empresa é fazer com que cada pessoa da equipe trate do seu departamento, clientes e material de trabalho como se fosse a dona do negócio.

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No livro “Academia Disney – o Programa de Treinamento de uma das mais poderosas marcas do mundo”, o autor Doug Lipp aponta algumas características de gestão que ajudam no sucesso da empresa. Entre elas estão premissas que muitas vezes são adotadas em momentos de crise, mas que, na Disney, valem a todo o momento: “fazer mais com menos”; “melhorar o atendimento ao cliente” e “se diferenciar da concorrência”.

Já um im infográfico de 1957 (abaixo) mostra mais uma vez como a Disney vem utilizando a mesma estratégia de negócio há mais de 60 anos.  Na ilustração, divulgada pelo site Kottke.org, uma complexa rede de informações mostra como as ações da empresa eram pensadas de forma abrangente para tornar seus projetos bem-sucedidos. O objetivo, seguido até hoje, é unir plataformas e fortalecer marcas.

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Dentro dessa fórmula, a empresa cria conceitos de merchandising, dá valor às experiências dos consumidores e se especializa na criação de títulos derivados de um único produto. Manter a tradição da empresa, neste caso, mostra-se eficaz. Basta ver o sucesso que personagens como Frozen fazem com o público.

Que tal agregar as dicas e metodologias do icônico Walt Disney na sua rotina profissional?

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Roupas formais refletem na produtividade

Que vestir-se bem é importante para passar uma imagem de competência para clientes e colegas, você já sabe. O que pode não imaginar é que vários estudos recentes sugerem que vestir roupas alinhadas no trabalho, usando um terno ou um blazer, pode fazer toda a diferença para a produtividade do funcionário, seja em uma negociação, uma ligação de vendas ou mesmo participando de uma videoconferência.

Através de uma série de avaliações, como simulações de reuniões de negócios em que os participantes usavam roupas mais formais e mais casuais, os estudos ofereceram indicações de que vestir-se bem pode elevar o nível de confiança, afetar a percepção dos outros e, em alguns casos, até impulsionar o nível de pensamento abstrato, o tipo utilizado por líderes e executivos.

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O estudo, realizado por professores da Universidade de Yale e publicado pelo “Journal of Experimental Psychology”, mostrou que roupas com elevado status social podem elevar a predominância e o desempenho profissional em tarefas competitivas de “alto risco”. Foram avaliados 128 homens de idades entre 18 e 32 anos, com experiências e níveis de renda diversos, com exercícios para fazer negociações simuladas sobre a venda de uma fábrica hipotética, para descobrir se o uso de tipos específicos de roupa tem um efeito nos resultados.

Os resultados mostraram que, em um cenário competitivo, usar roupas mais formais pode enviar aos outros um sinal de como você tem sucesso e confiança em tudo o que faz. Os vestidos mais casualmente tendem a recuar mais facilmente do outro lado da mesa, enquanto os vestidos mais formalmente se tornam cientes do respeito que estão recebendo e também se tornam mais fortes.

Em um estudo publicado em 2015 na revista especializada “Social Psychological and Personality Science”, os resultados também sugerem que as pessoas se engajam em altos níveis de pensamento abstrato quando bem vestidas, comparadas com as que estão com roupas casuais. Quando foi pedido a 361 participantes que completassem certas tarefas, os vestidos mais formalmente usaram o tipo de pensamento abstrato que se espera de alguém em posição de poder, como um executivo sênior.

O tipo de roupa que é considerada formal, claro, depende do setor ou com quem você vai se encontrar. Um escritório com códigos de vestimenta mais relaxados é onde o uso de roupas formais terá efeitos maiores, segundo os especialistas.

Informações: The Wall Street Journal

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Engajamento sustentável

Em uma pesquisa recente sobre engajamento da força de trabalho, foram ouvidos 32 mil profissionais em 28 países. O resultado é bastante crítico. Num grupo de 500 profissionais brasileiros, por exemplo, apenas 28% dizem que estão altamente engajados no trabalho. Entre os demais, 30% estão desengajados, 26% se sentem sem suporte por parte das empresas e 16% estão desvinculados de suas companhias. Se considerarmos que as empresas hoje buscam um engajamento sustentável, isto é, que assegure uma alta performance e um comprometimento de longo prazo, esses números mostram que elas estão bastante vulneráveis.

A pesquisa foi norteada pelo conceito de engajamento sustentável, que é a soma de três fatores: engajamento (vínculo à empresa e vontade de dar o melhor de si – esforço extra); suporte organizacional (que proporcione produtividade e alto desempenho); e bem-estar (físico, emocional e interpessoal).

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O estudo aponta que remuneração benefícios não são os principais motivadores do engajamento. Para os profissionais brasileiros, os fatores que os motivam e os levam a criar um laço com a empresa são: desenvolvimento de carreiraimagem da empresa e metas e objetivos claros. Mas quando se analisa a oferta de cada um desses itens, os resultados também não são muito animadores para as companhias nacionais.

Nas questões sobre desenvolvimento de carreira, 50% dos entrevistados apontaram que sair da atual empresa é a única opção para crescer na profissão, 57% acreditam não ter acesso aos treinamentos necessários para serem produtivos em sua posição atual e 63% não percebem os programas de treinamento da empresa como efetivos.

Por mais que a imagem da organização seja fundamental para o engajamento sustentável, a pesquisa mostra que esse é um ponto de desafios paras empresas. Um pouco mais da metade dos funcionários entrevistados crê que sua organização tem uma boa imagem e conduz seus negócios com transparência.

Fonte: Você RH

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Comportamentos antiéticos devem ser perdoados?

Responda sem pensar muito: você acredita que comportamentos antiéticos no trabalho podem ser perdoados? Muitos profissionais acreditam que sim e eles não estão sozinhos. Um estudo de professores americanos na Universidade Baylor, no Texas, investigou a rejeição a atitudes assim e o resultado foi, de certa forma, surpreendente.

Indo na contramão do politicamente correto, os pesquisadores concluíram que profissionais com comportamentos antiéticos têm esta característica tolerada quando entregam resultados positivos para a empresa. Eles deram como exemplos de atitudes assim situações como desperdiçar e usar recursos da empresa para fins pessoais ou realizar atividades que representam conflitos de interesse. Como forma de “retribuição informal” a profissionais com comportamento problemático, os professores citaram o conceito de “ostracismo” no ambiente de trabalho, que inclui ser ignorado pelos colegas e superiores ou excluído de atividades.

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Por meio de dois experimentos e uma pesquisa de campo, que tiveram a participação de um total de 1.040 pessoas, o estudo aponta que profissionais com comportamento antiético têm mais chance de serem excluídos pelo resto do grupo — a não ser que eles tragam resultados. Nesses casos, as atividades “conflituosas” são toleradas pelos colegas e supervisores.

Os resultados apareceram independentemente do ambiente de trabalho, mostrando que há chances iguais de o alto desempenho se sobrepor ao comportamento antiético, no que diz respeito a ostracismo, em organizações com forte código ético ou naquelas com pouca aderência a esses códigos.

Para os especialistas, empresas que se mantêm permissivas a comportamentos antiéticos em troca de alto desempenho profissional podem acabar gerando mais atitudes ilícitas entre seus funcionários ou perdendo empregados éticos. E ambos resultados, comportamento antiético e turnover, podem ser bastante custosas para as organizações.

Informações: Valor Econômico

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Jovens estão confiantes em relação às próprias habilidades

Aquela insegurança percebida nos jovens em início de carreira não é uma sensação comum a toda esta geração. Principalmente entre os jovens brasileiros, que estão entre os mais confiantes em relação a suas habilidades profissionais, segundo um levantamento realizado em nove países. Os responsáveis pela pesquisa chegaram à conclusão de que os jovens de países emergentes se mostram mais confiantes com suas competências do que os de países desenvolvidos.

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Parte dessa confiança vem de uma segurança maior em relação à tecnologia. Globalmente, a maioria dos jovens concorda que competências dessa área serão essenciais para a garantia de um futuro no mercado de trabalho. No Brasil, Índia e China, é maior o número de jovens que avaliam as próprias habilidades tecnológicas como avançadas na comparação com países como França e Austrália. Os jovens de mercados emergentes também se mostram mais interessados em aprender habilidades como programação ou desenvolvimento de aplicativos mobile.

Brasil e Índia são os países onde os jovens estão mais otimistas em relação às suas habilidades profissionais. Neles, 75% dos entrevistados avaliam como alto o nível de confiança em sua capacidade de desenvolver uma carreira de sucesso. Esse número cai para 65% na China e nos EUA, e para pouco mais da metade nos outros mercados desenvolvidos.

Segundo o Valor Econômico, a pesquisa consultou cerca de nove mil pessoas entre 16 e 25 anos na Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.

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Estratégias para fazer um bom networking

Como você “faz networking”? Como cultiva e prospecta novos contatos para sua rede de relacionamento profissional? O artigo “How Successfull People Network with Each Other“, da consultora estratégica Dorie Clark, sugere algumas medidas interessantes para manter pessoas proeminentes próximas a você. E um dos pontos principais é saber como atraí-las. Sim, é preciso estar em evidência para que elas venham até você.

A autora faz uma relação com o termo chamado “inbound marketing“, que refere-se a um marketing focado em conteúdo de qualidade. Desta forma, o conceito definido por ela como “inbound networking” é simplesmente se mostrar interessante o suficiente para que as pessoas tenham interesse em lhe ter por perto.

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Uma das maneiras de construir uma conexão com alguém é encontrar um traço comum que vocês compartilham, mas a melhor forma de capturar verdadeiramente o seu interesse é compartilhar algo que parece especial para as pessoas. Descubra uma característica sua que pode agregar a um determinado grupo de indivíduos e aposte nisso para chamar a atenção para suas qualidades. Pergunte às pessoas próximas o que te diferencia, o que é mais interessante em sua personalidade e nas suas experiências. Estas informações talvez sejam um elo poderoso na hora de se conectar às pessoas que você deseja. Aprofundar-se em assuntos específicos também ajuda a atrair pessoas com interesses em comum, já que quase nada suscita mais interesse do que conhecimento genuíno. Se alguém é atraído por um tópico sobre o qual você está bem informado, ponto para você.

Outra dica de Clark é tornar-se o centro do networking. Ela dá o exemplo de um profissional de Nova York que colocou em prática a ideia de que a melhor forma para ser convidado para uma festa é, simplesmente, ser o anfitrião. Ou seja, ele idealizou uma série de jantares mensais para reunir influenciadores e pessoas que gostariam de se conectar entre si. Não indo tão longe, um profissional que inicie um grupo de debates interessante no Facebook, por exemplo, conseguiria um resultado parecido.

O mundo está competindo para a atenção das pessoas mais bem sucedidas e, para conhecê-las e construir uma ligação duradoura, a melhor estratégia é fazê-los chegar até você. Que tal trabalhar nisso?

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Competências mais buscadas refletem tendências do mercado

Dê uma olhada em seu perfil do LinkedIn e avalie o que ele diz. Quais as suas principais competências? Do que é dito ali, o que pode ser  mais atrativo para recrutadores e paceiros profissionais em potencial? A rede social costuma fazer rankings dos termos mais usados em seus domínios e isso pode ser um bom termômetro das necessidades que o mercado tem neste momento.

A partir de análises feitas pelo LinkedIn, as palavras-chave mais digitadas pelos empregadores em todo o ano de 2015 deram origem a 25 categorias de competências listadas por eles. São as habilidades que, segundo a interpretação da rede, estiveram mais em alta no ano passado e continuam quentes em 2016. O levantamento foi feito em dez países, incluindo o Brasil.

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No Brasil, o 1º lugar da lista ficou com análise estatística e mineração de dados – que aparece em 2º lugar no ranking global e é a única competência entre as 4 principais de todos os países estudados. Segundo gestores do LinkedIn, o resultado não surpreende, já que vivemos em um mundo em que organizar, classificar e analisar dados é obrigatório para qualquer empresa. Isso mostra uma grande tendência do mercado e, consequentemente, competências associadas a esta atividade tendem a continuar em alta por mais alguns anos.

Chama a atenção no ranking brasileiro o lugar ocupado por duas competências ligadas à área de recursos humanos. Entre 2014 e 2015, a busca por profissionais de RH com foco em benefícios e remuneração aumentou 15%. Para a rede social, o número reflete o cenário econômico crítico em que o Brasil se encontra, e a valorização da área mostra o interesse das empresas em manter os melhores profissionais do mercado satisfeitos e fiéis a elas – segundo um estudo recente do próprio LinkedIn sobre recrutamento em 2016, a retenção de talentos é uma prioridade para 42% das empresas.

Por outro lado, a crise política brasileira foi responsável por aquecer uma outra tendência refletida no levantamento. Segundo a rede social, o momento atual fez com que aumentasse muito a busca por profissionais capazes de trazer mais ética e transparência para os negócios. Não por acaso, três categorias de competências que não haviam aparecido no ranking brasileiro de 2014 marcaram presença na lista mais recente: direito empresarial e governança, políticas públicas e desenvolvimento de novos negócios.

Veja a seguir a lista com as 25 competências mais buscadas pelos recrutadores brasileiros no LinkedIn:

Ranking Categoria de competência Variação da frequência de buscas 2014-2015
1 Análise estatística e mineração de dados 0%
2 Desenvolvimento mobile 9%
3 Segurança de qualidade (QA) de software e teste de usabilidade 9%
4 Logística 1%
5 Arquitetura da web e frameworks de desenvolvimento -2%
6 Middleware e softwares de integração -2%
7 Engenharia e armazenamento de dados 3%
8 Segurança da informação -2%
9 Recursos humanos (benefícios e compensações) 15%
10 Direito empresarial e governança não apareceu na lista de 2014
11 Segurança no trabalho não apareceu na lista de 2014
12 Design de interfaces 4%
13 Desenvolvimento de aplicativos para Microsoft 8%
14 Business Intelligence -6%
15 Sistema de Controle de Revisão (SCR) -8%
16 Recrutamento -14%
17 Políticas públicas e relações internacionais não apareceu na lista de 2014
18 Engenharia de materiais não apareceu na lista de 2014
19 Perl/Python/Ruby -4%
20 Desenvolvimento em Java -3%
21 Desenvolvimento de negócios e gestão de relacionamento não apareceu na lista de 2014
22 Marketing em mídias sociais -13%
23 Marketing digital -9%
24 Modelagem de software e design de processos -4%
25 Linguagens de shell scripting -7%

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Menos conectividade

A facilidade de comunicação com qualquer lugar do mundo é, sem dúvidas, um facilitador de negócios e relacionamento com pessoas de qualquer país. Mas nosso mundo hiperconectado não está mais tão fortemente ligado como estava no auge da globalização, em 2007, pouco antes do impacto da crise financeira. A informação foi divulgada pela Harvard Business Review e faz parte da conclusão do Índice de Conectividade Global da DHL recente.

Este índice leva em consideração fluxos de comercialização, capital, pessoas e informação para mostrar como nós, cidadãos do mundo, estamos interligados. Ele mede esses fluxos segundo duas dimensões: profundidade, que reflete o volume de atividade internacional, e extensão, que traduz sua distribuição geográfica. A publicação dá como exemplo o turismo nas Bahamas. Ele tem alto valor em profundidade, porque muitas pessoas viajam para lá, mas baixo em extensão, porque a maioria destas pessoas provém de um único país, os Estados Unidos.

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O índice, então, calcula a conectividade de cada nação, combinando profundidade e extensão, e também rastreia a conectividade em nível mundial. Ficou claro que exatamente a metade dos 26 países mais conectados vem se conectando menos desde 2007, muitas vezes de forma acentuada. A explicação, segundo o levantamento, está na crise financeira e na recessão, que provocaram uma queda vertiginosa nos fluxos comerciais. O capital tem se mantido totalmente estável, bem como o número de pessoas estudando ou trabalhando fora de seus países de origem.

Os fluxos de informação cresceram mais recentemente, mas partiram de uma base baixa. Mesmo atualmente, menos de 20% do tráfego da internet e menos de 5% das ligações telefônicas cruzam as fronteiras. No mundo todo, o volume dos fluxos tem sofrido rebotes desde a recessão, mas estes ganhos foram compensados pela contínua redução na distribuição geográfica.

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