Avalie a sua comunicação por e-mail

Ao trocar e-mails de trabalho, quanto tempo você usa pensando na mensagem que deve ser transmitida? Provavelmente não muito, levando em consideração o imenso volume de comunicação corporativa trocada diariamente. É assim que as pessoas tendem a agir, escrevendo mensagens eletrônicas em excesso e sem ponderar o conteúdo.

A autora e especialista em etiqueta Jacqueline Whitmore, que já realizou treinamento  de liderança para várias empresas da Fortune 500, alerta que é necessário sempre observar algumas regras. Ao The Wall Street Journal, ela diz que o e-mail é, frequentemente, a primeira impressão que as outras pessoas têm de nós. Por isso, é melhor pecar pelo excesso de formalidade do que pela falta dela.

email

Segundo a profissional, quando se escreve um e-mail, o ideal é começar com uma saudação. Parece básico, mas nos tornamos tão descuidados na forma de nos comunicar que esquecemos dos bons hábitos. Whitmore dá uma boa dica, que é se espelhar na pessoa a quem está enviando o e-mail, usando o mesmo tipo de saudação que ela.

Uma das regras de etiqueta mais importantes é a questão do tempo de resposta a um e-mail, que é, preferencialmente, de até 24 horas. Mesmo que você ainda não tenha a resposta solicitada, pode responder avisando que vai responder em uma determinada data.

Entre as outras sugestões que a especialista costuma dar, é essencial lembrar também de ser o mais direto e objetivo possível. As pessoas têm centenas de e-mails para responder em um dia e a probabilidade de responder aumenta quando o e-mail é mais curto.

E você, como costuma se comunicar por e-mail?

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MSA RH aborda no blog assuntos de interesse do mercado de trabalho e procura divulgar informações relevantes para os leitores, englobando temas do ambiente corporativo, como carreira, negócios e recursos humanos. É importante frisar que todos os dados e pesquisas apresentados neste espaço são de responsabilidade de fontes confiáveis, como institutos de pesquisa e veículos de comunicação de reconhecimento nacional e internacional.

O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

Executivos na linha de frente

Durante a crise financeira, muitas mudanças puderam ser percebidas na forma de gestão das empresas. Uma delas, segundo pesquisa de uma consultoria de gestão, é o fato de que a pressão por resultados neste cenário exige que profissionais do alto escalão se aproximem mais das equipes e dediquem a maior parte do tempo à execução, para garantir entregas financeiras.

Citada por 78% dos entrevistados, a busca pelo equilíbrio entre curto e longo prazo é um dos pontos que mais impacta a tomada de decisão dos executivos. O estudo falou com 106 profissionais de alto escalão, a maior parte CEOs e vice-presidentes, de organizações brasileiras e multinacionais de grande e médio porte.

linha de frente

Segundo o estudo, isso se manifesta de forma distinta em empresas multinacionais, onde os executivos são pressionados pela matriz a entregar resultados, e em grupos brasileiros, onde há um entendimento maior dos desafios do país, mas a pressão está presente pela proximidade com o conselho de administração. Em todos os casos, há a necessidade de entregar resultados de curto prazo para garantir a sustentabilidade de iniciativas de longo prazo.

Esse contexto está obrigando os líderes a dedicarem a maior parte de seu tempo à execução, aproximando-se das equipes e focando a busca por resultados financeiros. Aumentou para 37%, contra 28% no ano passado, a quantidade de executivos que dizem estar mais próximos do time, enquanto caiu de 29% para 4% os que reportam ter entre as prioridades da liderança “fomentar autonomia com monitoramento”.

O fato de que muitos líderes agora estão atuando na linha de frente com a equipe e fazendo acontecer tem um lado bom, que é uma maior participação e um olhar mais próximo do cliente. O lado ruim é a microgestão, a perda da oportunidade para que a equipe resolva problemas e tome decisões.

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O que motiva os profissionais a cursarem um MBA

O que motiva um profissional a buscar um MBA? Para responder a esta pergunta, o LinkedIn fez um estudo para entender como ocorre o processo de escolha e decisão tanto do curso quanto da instituição. Segundo os resultados, o fator que mais influencia a decisão de continuar a formação é, para 58% dos entrevistados, a necessidade de aprender competências para ser bem sucedido. A aprendizagem vem em seguida, com 41% das respostas, enquanto a questão salarial aparece em terceiro lugar, com 32%.

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No Brasil, a pesquisa ouviu, em agosto do ano passado, 764 potenciais alunos de MBA/mestrado e 798 com curso já concluído. O resultado aponta, por exemplo, a significativa influência de amigos e colegas de trabalho (39%) e das redes profissionais (36%) na escolha. Entre os entrevistados, 47% criam pré-seleção antes de procurar as instituições e 82% se matriculam em uma das pré-selecionadas. A média dos participantes inclui apenas três instituições nessa pré-seleção.

Para especialistas ouvidos pelo Estadão, a escolha do curso deve levar em conta o momento e objetivo de carreira. Já com relação à instituição, pode-se dividir em critérios subjetivos como marca da escola que vai emitir o certificado, possibilidade de networking qualificado, conhecimento adquirido e aplicado, metodologia, aumento de empregabilidade e internacionalização. Além, é claro, de critérios objetivos como dias e horários das aulas, localização, preço e condições de pagamento.

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Educação da Estônia se destaca

Se considerarmos que um ensino de qualidade desde as primeiras séries ajuda no sucesso do futuro profissional de um indivíduo, precisamos ficar atentos à Estônia. Com foco em equidade, o país do leste europeu se junta à elite da educação mundial. Ainda que educadores e gestores de políticas públicas viajem para a Finlândia a fim de descobrir os segredos para uma educação de primeira linha, a apenas duas horas dali está um caso que não desperta tamanho interesse – mas deveria.

ensino estonia

Segundo um artigo do portal Porvir, o país tem uma trajetória ascendente. Recentemente, alunos de 15 anos da Estônia ficaram em 11º lugar em matemática e leitura, e em sexto em ciências dentre 65 países que participaram de um teste internacional que compara sistemas de todo o mundo chamado Programa Internacional para Avaliação de Alunos, ou PISA na sigla em inglês. Além de superar países ocidentais como França e Alemanha e praticamente empatar com a Finlândia em matemática e ciências, a Estônia também teve o menor número de alunos com baixo desempenho em toda a Europa, cerca de 10% em matemática e leitura e 5% em ciências.

Ainda que os estudantes possam ter diversas origens familiares, as escolas da Estônia lhes oferecem experiências educacionais muito parecidas. Ao abraçar alunos de todos os tipos de família, posição social, cultura e nível de renda, o país tem sido bem-sucedido não apenas em provas, mas em uma meta que muitos gestores e educadores consideram importante: a criação de um sistema educacional baseado na equidade. O conceito é um resquício da era soviética que o país pretende manter ao mesmo tempo que continua a lutar para modernizar suas escolas e diminuir ainda mais as já pequenas diferenças de aproveitamento entre os seus alunos.

Como resultado desse comprometimento, o desempenho da Estônia no PISA não acontece apesar dos seus estudantes mais pobres, mas em grande parte por causa deles.

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Chefes instáveis são piores

Quem já passou por essa situação sabe: lidar com chefes imprevisíveis é um tormento que pode minar a produtividade de um profissional. E esta situação pode até mesmo ser pior do que ter um superior difícil. Segundo um estudo realizado pela Michigan State University, um supervisor cortês em alguns momentos e irracional em outros causa nos funcionários um nível maior de estresse fisiológico do que aquele que age de maneira inadequada em todo o tempo. Curioso, não?

Para chegar a esta conclusão, foi realizado primeiro um experimento com alunos da universidade e, posteriormente, trabalhadores reais. Eles receberam uma tarefa de 12 rodadas em que deviam estimar preços de ações e dar feedbacks à supervisão a cada rodada. Eles foram divididos aleatoriamente em três grupos: o primeiro sempre recebia comentários justos e respeitosos, segundo escutava opiniões injustas e desrespeitosas o tempo todo, e o terceiro recebia comentários intercalados. Os participantes mediram a frequência cardíaca depois de cada rodada para que os pesquisadores pudessem avaliar se a tarefa havia elevado o grau de estresse.

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Como já era de se esperar, o primeiro grupo, o de participantes que receberam feedback consistente e justo, teve as menores taxas de estresse. Mas os que escutaram comentários injustos o tempo todo demonstraram a segunda menor variação, ficando na frente dos que  receberam feedbacks variados. Os resultados contrariaram a noção intuitiva de que certa quantidade de equidade é preferível a nenhuma.

Em seguida, a equipe de pesquisa estudou como o comportamento gerencial influenciava a reação dos empregados em relação a incertezas gerais no local de trabalho. Ficou claro que o que mais importava era contar com um nível estável de justiça, mesmo que não fosse tão alto. As pessoas que experimentavam tratamento inadequado, mas de forma contínua, eram menos afetadas do que aquelas que não sabiam o que esperar do chefe. Além disso, tinham níveis mais baixos de insatisfação no trabalho e exaustão emocional.

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Felicidade no trabalho a todo custo

A felicidade no trabalho está acima de tudo, certo? Por mais que o nível de satisfação dos funcionários seja cada vez mais usada como uma ferramenta para aumentar a produtividade, alguns especialistas estão mais cautelosos em relação a esta ideia, que ganhou força no mundo corporativo nos últimos tempos.

Algumas atividades criadas nas empresas para promover o bem estar a qualquer custo dos profissionais, por exemplo, podem até parecer divertidas, mas elas são levadas muito a sério pelas áreas de Recursos Humanos. Segundo um artigo publicado na Harvard Business Review (HBR), é real que funcionários mais felizes têm menos chances de ir embora e produzem mais, mas existem estudos que mostram também que algumas noções que criamos sobre felicidade são apenas mitos.

A exigência de estar sempre em busca deste sentimento pode ser um fardo, um objetivo que muita gente não sente realizar. Quando a felicidade se torna uma obrigação, ela pode fazer as pessoas mais infelizes caso não sintam que chegaram lá. Confira algumas evidências citadas pela HBR que vão contra esta “obsessão pela felicidade”:

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Evidência 1 – Todo mundo concorda que funcionários que lidam direto com os consumidores precisam estar de bom humor (ou ao menos fingir que estão), mas o que se vê no mercado de trabalho é que muitos profissionais que não lidam com clientes também estão sendo “obrigados” a agir assim. E isso nem sempre é bom. Um estudo descobriu que as pessoas que estavam mais bem humoradas tiveram mais dificuldade de encontrar fraudes. Outro mostrou que pessoas que estavam bravas durante uma negociação conseguiram fechar negócios melhores.

Evidência 2 - Um estudo feito em uma empresa de mídia descobriu que os funcionários que esperavam que seu trabalho fosse lhes fazer feliz geralmente eram mais carentes. Eles queriam que seus chefes fossem uma fonte de reconhecimento e algo como um porto seguro emocional. Se isso não acontecia, eles se sentiam rejeitados. Esperar que o chefe traga felicidade nos torna emocionalmente vulneráveis.

Evidência 3 - Sociólogos notaram um estranho efeito em pessoas que tentaram viver o trabalho com mais emoção. Elas passaram a tratar suas vidas privadas como tarefas de trabalho, aplicando as mesmas técnicas que haviam aprendido no escritório.

Evidência 4 - Se a expectativa em relação ao ambiente de trabalho é que ele traga felicidade e significado para a vida, você fica perigosamente dependente. Foi constatado que pessoas que viam o trabalho como uma fonte importante de sentido em suas vidas ficaram, obviamente, mais frustradas com uma demissão. Elas não estavam perdendo só o emprego, mas a promessa de felicidade.

Evidência 5 - Voluntários de uma pesquisa receberam bilhetes da loteria e podiam escolher quantos queriam manter e quantos queriam dar para outras pessoas. Os participantes que estava de bom humor acabaram ficando com mais bilhetes – o que sugere que mais feliz não é igual a mais generoso. A felicidade pode te tornar mais egoísta.

Por que, então, as empresas se prendem à ideia de felicidade no trabalho com tanta força? A resposta, segundo a HBR, pode ser que felicidade é um conceito muito atraente. Além disso, essa ideia pode mascarar problemas mais sérios no trabalho. Quando se assume que funcionários felizes são funcionários melhores, é mais fácil minimizar outras questões. Sendo assim, a conclusão do artigo aponta que, quanto menos procurarmos a felicidade em nossos trabalhos, mais chance de vivenciar uma sensação de alegria – espontânea e prazerosa, não construída e opressiva.

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O que brasileiros valorizam em um emprego

A percepção de valor que cada profissional dá a um emprego pode variar, afinal, o que é importante para você pode não ser tão essencial para o seu colega de trabalho. Mas de uma forma geral, o que faz as pessoas preferirem uma oportunidade a outra na hora de mudar de emprego – ou permanecer em uma posição, mesmo com possíveis percalços? O LinkedIn fez um levantamento com trabalhadores de cinco localidades (Austrália, Brasil, EUA, França, Índia e Reino Unido) para tentar desvendar o que eles valorizam em um emprego.

De acordo com a pesquisa, os fatores mais valorizados pelos brasileiros na hora de escolher um emprego são oportunidades de crescimento, com 81% das respostas, salário competitivo, com 68,55%, e benefícios, citados por 58%. A solidez da empresa vem logo atrás, com 56% de respostas. Todos os fatores são bem equilibrados entre homens e mulheres, com exceção de crescimento profissional, que conta mais para as mulheres (85%) do que para os homens (78%). E, dentro do tema benefícios, plano de saúde aparece disparadamente em primeiro lugar, com 63%.

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Dos cinco países pesquisados – Austrália, Brasil, Estados Unidos, França e Índia – mais o Reino Unido, o único país que também traz oportunidade de crescimento como primeiro fator é a Índia. Todos os outros têm salário em primeiro lugar.

Segundo a pesquisa, 59% dos brasileiros escolheriam trabalhar em uma empresa de grande porte, com nome reconhecido, contra 35% que preferem empresas médias e 4,5% que gostariam de trabalhar em startups. A preferência dos brasileiros por empresas grandes está vinculada à ideia de estabilidade e ao orgulho de mencionar onde trabalha.

Um outro ponto interessante, questionado pelo LinkedIn, foi sobre o que vale à pena enfrentar para trabalhar em uma empresa líder. Segundo a pesquisa, 80% afirmaram que aguentariam longas distâncias, não se importando com o tempo para chegar ao trabalho; 65,5% concordariam com um salário menor; e 56% não se importariam com escritórios velhos e ultrapassados. No entanto, 67% não tolerariam ambiente de trabalho ruim.

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Medo de errar é principal fator de estresse

Em um ano tão desafiador como 2016, com grave crise econômica, mudanças políticas intensas, Olimpíadas – é difícil manter a tranquilidade. De fato, foi um ano estressante para todos, porém você consegue identificar a fonte de seu estresse no ambiente de trabalho? Uma pesquisa recente da empresa Deloitte com mais de 23 mil profissionais levantou alguns dados interessantes.

A situação mais estressante entre os participantes foi descobrir que cometeu um erro, com 82%, seguido de outros, como a carga de trabalho excessiva, múltiplas responsabilidades e situações de urgência. Outro tópico muito citado foram os momentos de conflitos, seja com colegas de trabalho ou clientes. É importante lembrar que nem todos vivenciam o estresse da mesma forma ou intensidade.

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Quanto ao medo de cometer erros, principal resposta dada pelos participantes da pesquisa, especialistas alertam que muito receio pode impedir um profissional de avançar na carreira. Erros acontecem com alguma frequência e uma preocupação saudável para evitá-los até melhora o desempenho profissional – contanto que essa preocupação não substitua a auto-confiança e nem paralise frente aos desafios da carreira.

Superar o medo do fracasso é crucial para se obter sucesso e, para pessoas bem sucedidas e que conseguiram grandes resultados, a falha é percebida apenas como um degrau para se alcançar o êxito. É importante ter expectativas realistas, sabendo que provavelmente o sucesso não chegará logo na primeira tentativa. O que ocorre com muitos profissionais é que, muitas vezes, o medo do erro faz com que eles não tentem sequer uma vez, mantendo-os presos em sua zona de conforto.

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Divisão de tarefas e suas consequências

A vida de casais que trabalham fora não é como antigamente, mas nem por isso a divisão dos serviços domésticos mudou muito. Um estudo recente coordenado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que as mulheres ainda se dedicam às tarefas domésticas muito mais do que os homens. De acordo com o levantamento, elas trabalham cinco horas a mais por semana, levando em consideração esta dupla jornada, totalizando 56,3 horas. Deste tempo, 35,5 horas são dedicadas ao mundo profissional, enquanto 21,2 vão para afazeres domésticos. Entre os homens, a carga de trabalho semanal é de 51,3 horas: 41,6 horas dedicadas a atividades remuneradas e 10 horas ao apoio doméstico.

Constatou-se que a quantidade de horas que os homens destinam ao trabalho doméstico praticamente não se alterou na última década, se mantendo ao redor de dez horas. O que realmente se modificou foi o número de homens ocupados que realizam também afazeres domésticos. Esse índice subiu de 46,1%, para 51,3%. Mas ainda assim ele é significativamente menor do que o observado entre as mulheres, que continuam a fazer dupla jornada. Entre elas, 90,7% acumulam atividades no mundo das empresas e  demandas domésticas e familiares.

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Um dos efeitos mais significativos desses números é o aumento de mulheres que optaram por não ter filhos, causando uma sensível redução dos índices de natalidade no Brasil. Também considerando um período de dez anos, o número de mulheres que optaram por não assumir o papel materno passou de 36,6% para 38,6%. As crianças até quatro anos de idade, que em 2004 representavam 8,2% da população, hoje são 6,6% dos habitantes do país e, neste mesmo período, a população com idade acima de 60 anos aumentou 4 pontos percentuais, atingindo 13,7% da população total.

Segundo análise do Valor Econômico, que publicou sobre o estudo, um dos pontos que vai exigir  muito mais diálogo dos casais com filhos e em que ambos trabalham como empregados é uma revisão dos seus papéis e responsabilidades, convencionalmente aceitas até agora. Em especial quando se considera que atualmente ambos aportam financeiramente para a manutenção do orçamento doméstico. Além disso, o acréscimo do número de casais que decidem não ter filhos, quando confrontado com o aumento dos índices de longevidade da população, nos permite prever que o número de contribuintes ativos que deverão cobrir os custos da previdência vai diminuir sensivelmente em um futuro não muito distante.

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Tom de voz e sucesso profissional

São muitos os fatores que influenciam no sucesso profissional. Além da competência e da facilidade de relacionamento, pequenos detalhes também podem contar a favor – ou contra! – você na escalada profissional. E, acredite, o tom de voz pode ser um deles.

Esta característica tem sua importância porque o som da voz pode afetar fortemente a impressão que outras pessoas têm de alguém e do que esse alguém diz. Uma voz forte e calma, por exemplo, pode melhorar as chances de um profissional chegar ao cargo de diretor da empresa. Por outro lado, uma voz gemida e nasalada ou com um volume estridente pode acabar distraindo os colegas.

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Em uma apresentação ou palestra, este fator afeta ainda mais: em um levantamento com 120 apresentações de executivos, feita por uma empresa americana de análises de comunicação, foi constatado que o som da voz do palestrante importa duas vezes mais do que o conteúdo da sua mensagem. Para chegar a esta conclusão, foi usado um software para analisar as vozes destes oradores. Depois, os pesquisadores coletaram a opinião de um grupo de dez especialistas e de 1.000 ouvintes. A conclusão foi que a qualidade das vozes teve peso de 23% nas avaliações dos ouvintes, enquanto o conteúdo das mensagens teve peso de 11%.

Pessoas que ouvem gravações de vozes ásperas, fracas, cansadas ou ofegantes tendem a qualificar o orador como uma pessoa negativa, fraca, passiva ou tensa. Pessoas com voz normal são vistas como bem-sucedidas, sensuais, sociáveis e inteligentes, de acordo com um estudo de 74 adultos publicado recentemente no “Journal of Voice”.

Mas se sua voz não é firme ou aveludada, nem tudo está perdido. Muitos problemas de voz podem ser minimizados por meio de terapia, incluindo exercícios para dar sustentação à voz por meio do aprimoramento da respiração, ou fortalecimento dos músculos da laringe ou alteração a forma como eles funcionam.

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