A arte de delegar

Constantemente você tem pensado sobre as muitas horas extras e os finais de semana que tem trabalhado, e tem a sensação de que eles ainda não são suficientes para concluir suas pendências. Além disso, provavelmente tem tido a sensação de que sua equipe anda desmotivada e sem novos desafios. Este cenário é muito comum, mas você já considerou delegar tarefas e funções para outros membros de sua equipe, aliviando sua sobrecarga de trabalho e motivando bons colaboradores com novos desafios?

Recentes pesquisas mostraram que a capacidade de dar a tarefa certa para o funcionário certo é uma característica encontrada entre os líderes mais experientes do mercado. Delegar é o caminho para encontrar essa combinação poderosa e eficiente. Mas por que não gostamos de delegar, mesmo sabendo de sua importância gerencial?

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O problema é que, em sua grande maioria, gestores não sabem delegar. São ensinados e programados a exercitar sua autoridade resolvendo seus próprios problemas e não passando o desafio adiante. Veja os principais motivos de resistência à delegação, levantados entre os gestores de equipes:

  • Poder: Se você for o único encarregado da tarefa e tiver a última palavra sobre ela, será o especialista. As pessoas precisarão de seu know-how e o consultarão a respeito.
  • Confiança: É difícil encontrar algum membro da equipe em que se possa confiar e que atenda aos seus altos níveis de exigência. Correr o risco de ter uma tarefa feita de maneira inferior a que você faria e ainda colocar sua posição em risco não é o tipo de desafio que os gestores querem.
  • Autoconfiança: Não ter tarefas mais básicas ocupando boa parte do dia pode ser assustador para alguns. Afinal, sem essas pequenas ocupações, sobrarão para ele as grandes decisões estratégicas e gerenciais que sempre foram esperadas dele, mas que nunca foram feitas por falta de tempo. Por baixa autoconfiança, um gerente pode querer se manter “escondido” atrás de pequenas obrigações nas quais ele se sente capaz e se ocupa.
  • Medo: Se a equipe já está sobrecarregada e constantemente mostra-se não receptiva a novas tarefas, o gestor pode pensar ser melhor ele mesmo abraçar o novo projeto, do que desagradar sua equipe e a perder. Não delegar pode representar menos transtornos com o grupo.
  • Tempo: Treinar e explicar uma nova função pode ser demorado. Muitas vezes, o gestor pensa ser mais rápido ele mesmo fazê-la, do que parar tudo para passá-la a sua equipe.
  • A ótima sensação de ter cumprido uma função sozinho, dentro do prazo e nos níveis de qualidade esperados: Alguns dizem não querer compartilhar esse momento tão bom com o grupo.

Mas como fazer para delegar? Em primeiro lugar, especialistas aconselham escolher o que delegar. Escolha uma tarefa que talvez seja menos desafiadora para você, mas que será nova para os funcionários envolvidos. Estipule o resultado que você quer e ensine a mensurá-lo. O grande líder americano da segunda Guerra Mundial, general George Patton, dizia para nunca dizer como fazer algo. Apenas diga o que deve ser feito e deixe que as pessoas o surpreendam com seus talentos.

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MSA RH aborda no blog assuntos de interesse do mercado de trabalho e procura divulgar informações relevantes para os leitores, englobando temas do ambiente corporativo, como carreira, negócios e recursos humanos. É importante frisar que todos os dados e pesquisas apresentados neste espaço são de responsabilidade de fontes confiáveis, como institutos de pesquisa e veículos de comunicação de reconhecimento nacional e internacional.

O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

 

Tecnologia banida das reuniões

A tecnologia traz benefícios incomparáveis ao trabalho: estamos mais conectados e contamos com mais praticidade e rapidez no dia a dia. Mas ela pode atrapalhar, e não apenas pelo fato de que fica difícil se desligar após o expediente, como já falamos aqui recentemente. A verdade é que até dentro da própria empresa o excesso de conectividade pode trazer desvantagens. Muitas delas já estão banindo, por exemplo, o uso de smartphones nas reuniões de equipe.

Em um artigo da The Wall Street Journal, gestores de empresas americanas contam que os profissionais frequentemente não prestam atenção nas reuniões e até chegam a repetir comentários que já haviam sido proferidos minutos antes – uma clara demonstração de que a pessoa em questão não está acompanhando a conversa. O resultado é que a produtividade das reuniões não atingem o ritmo e o nível que deveriam.

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A culpa deste problema, apontam os gestores, é do fluxo de e-mails, textos e outras distrações constantemente surgindo dos smartphones e tablets dos participantes. Por isso, muitas companhias já estão tomando uma decisão radical: todos os dispositivos tecnológicos pessoais estão proibidos em reuniões executivas.

Embora tenham encontrado alguma resistência no início da nova política, os resultados já aparecem. As reuniões nas empresas que adotaram a prática tiveram a duração reduzida de 90 para 60 minutos, em média. Gestores estimam que a estratégia economiza em média 15% a 20% do tempo dos participantes, e mesmo se eles tiverem que gastar alguns minutos transferindo os dados do papel para o computador depois do encontro, eles ainda saem da sala de reuniões bem mais rápido. As conversas também ficaram melhores, porque as pessoas estão totalmente engajadas.

E você, acha que esta política seria eficaz na sua empresa?

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As mulheres da Geração Y

Muito se fala sobre as diferenças entre as gerações, mas como elas se aplicam no dia a dia corporativo? E qual o grupo predominante dentro das organizações? Estatísticas apontam a geração Y como a mais representativa no mercado de trabalho, com especial atenção à parcela feminina. As mulheres da geração Y (nascidas entre 1980 e 1995) estão em constante ascensão e têm promovido uma intensa mudança de comportamento e expectativas sobre a carreira.

Uma pesquisa global recente chamada “The female millennial – A new era of talent” apontou que a confiança é algo bastante característico desta geração – elas de fato estão investindo no aprimoramento de suas habilidades, como cursos de capacitação e desenvolvimento. São ainda características comuns: alta escolaridade, ambição e objetivos claros em relação à carreira. No entanto, o estudo revela que 71% das entrevistadas não sentem que as oportunidades são realmente iguais para todos.

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Estas mulheres, de acordo com outro levantamento, realizado por um instituto de pesquisa americano, estão obtendo ganhos rápidos no trabalho e na sala de aula. As americanas, grupo estudado pelo órgão, estão não apenas graduando-se em universidades em um ritmo muito mais rápido que suas avós, mas também estão ultrapassando os homens em diplomas de bacharelado.

O instituto analisou dados da mais recente pesquisa de população dos EUA e descobriu que cerca de 27% das mulheres da Geração Y possuem ao menos um diploma de bacharelado. Entre os homens da mesma geração, o número é de 21%.

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As desvantagens de exceder a jornada de trabalho

A discussão sobre jornada de trabalho e as novas formas de gerenciamento de tempo – ou a falta dele – é um assunto que dá pano para manga, Como falamos neste post, os limites entre a vida corporativa e a vida pessoal estão cada vez mais tênues. Mas, por mais que o excesso pareça inevitável para muitos profissionais de certas áreas, o fato é que a duração do expediente não deveria ultrapassar certos limites razoáveis. Segundo especialistas, delegar tarefas, aprender a dizer “não” e nunca sair do escritório sem programar o dia seguinte, por exemplo, são algumas atitudes que ajudam a ter uma jornada mais enxuta e produtiva.

Em uma matéria sobre o assunto, a Exame descreve um estudo da escola de medicina da Universidade de Massachusetts, que resultou em recentes descobertas da ciência sobre a relação entre número de horas trabalhadas e diversos problemas de saúde nos Estados Unidos. A conclusão da pesquisa é a de que, idealmente, o máximo de tempo que você deve trabalhar corresponde a 40 horas semanais. Exceder esse limite com frequência pode acarretar diversos problemas físicos e mentais para o profissional, além de minar a sua produtividade.

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 Veja mais descobertas do estudo, de acordo com a Exame:

1. Pessoas que trabalham mais do que 8 horas por dia, em média, têm mais propensão ao consumo de álcool e tabaco. A duração prolongada do expediente também está associada a uma maior incidência de obesidade em homens e de depressão em mulheres.

2. Cumprir jornadas superiores a 10 horas resulta num salto de 60% na ocorrência de problemas cardiovasculares.

3. Cerca de 10% dos profissionais que trabalham de 50 a 60 horas semanais relatam ter problemas de relacionamento interpessoal. A taxa sobe para 30% quando o expediente ultrapassa 60 horas.

4. A probabilidade de se machucar é diretamente proporcional à duração das jornadas. Após a 8ª ou 9ª hora seguida de trabalho, registram-se picos no número de acidentes ocupacionais.

5. Apenas 23% das empresas com horários normais têm índice de faltas ao trabalho acima de 9%. Já entre aquelas com grande carga de horas extras, 54% registram absenteísmo de funcionários acima desse limite.

6. Acumular mais de 11 horas extras por semana está associado a um aumento na incidência de depressão.

7. Entre profissionais de nível executivo, a produtividade cai cerca de 25% quando o expediente semanal ultrapassa 60 horas. Em indústrias, um aumento de 10% no número de horas extras corresponde a uma queda de 2,4% na produtividade.

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Preparando para a realidade de mercado

Em muitos países, as profissões que mais buscam candidatos a uma vaga de trabalho não existiam há 10 anos e, ao que novos estudos indicam, o ritmo de mudança só vai acelerar. Um novo relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial mostra que 65% das crianças que ingressam hoje no sistema de ensino vão acabar trabalhando em funções que ainda não foram criadas. Tal situação demanda, além de mudanças no ensino formal, uma nova atitude de empresas, que precisam estar preparadas a capacitá-los a partir do momento em que são contratados.

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Para especialistas, a escola enxerga um cenário bem diferente daquele que é exibido no mundo real e isso traz consequências até para tarefas simples dentro de uma corporação. Mesmo dominando tudo em uma determinada área, um profissional que chega a uma empresa pode não saber negociar e nem como lidar com pessoas de culturas diferentes, por exemplo.

Parte da origem e também da solução para o problema está na educação básica. Muitas correntes defendem que é possível, desde a primeira infância, desenvolver essas competências e como elas trazem consequências diretas na vida adulta. Uma crítica constante ouvida nas empresas é a de que as universidades não entregam o que elas querem e precisam. Por isso, companhias pensam em alternativas, como criar universidades corporativas. Como não possuem expertise na área de educação, isso acaba abrindo oportunidades para parceiros de menor porte e empreendedores, que têm criado soluções e metodologias para desenvolver competências deixadas de lado durante o período escolar.

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De onde vêm os CEOs

A maioria dos CEOs não surge de uma hora para outra. Quem aspira uma posição destas deve dimensionar as oportunidades e definir um caminho de forma a gerenciar suas escolhas de carreira. Uma pesquisa revela que, dos novos presidentes recrutados nos últimos anos, 21% vieram da área financeira e 19% da comercial. Cerca de 30% dos CEOs das empresas consultadas passaram os primeiros anos de suas carreiras desenvolvendo uma base sólida em finanças. Esta é, de longe, a experiência inicial mais comum dos atuais ocupantes do cargo. Tipicamente, as empresas estão à procura daqueles que podem desenvolver uma estratégia forte e entender as ramificações financeiras das decisões de negócios.

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A prevalência de CEOs com estes fundamentos sólidos aponta para o fato de que as grandes empresas preferem os que podem criar valor para a organização e que entendem seu direcionamento financeiro. Foi possível notar quais mercados receberam CEOs de alguns setores da economia. Entre os que foram contratados pelo mercado financeiro, por exemplo, 60% saíram de outras áreas: 30% atuavam em infraestrutura e 30% trabalhavam com bens de consumo.

O trabalho de 9h às 17h está acabando

Talvez a sua ideia de jornada de trabalho não se resuma mais àquele horário de 9h às 17h. E uma pesquisa da CareerBuilder comprova que é isso mesmo: o horário de trabalho tradicional, da forma que você conhece de longa data, está mesmo com os dias contados.

Os pesquisadores consultaram, nos Estados Unidos, mil funcionários em tempo integral, de setores como TI, Vendas e Serviços, sobre seus horários e padrões de trabalho. Bem mais do que a metade, 63%, disseram que a ideia de uma jornada de 9h às 17h é um conceito ultrapassado. Metade destes trabalhadores costuma responder e-mails fora do expediente, e 38% acabam trabalhando, de forma geral, fora do horário tradicional. Além disso, cerca de 24% dos consultados checam os e-mails profissionais enquanto estão com a família e os amigos.

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Estes resultados não causam choque algum e comprovam a realidade de que encontrar o justo equilíbrio entre trabalho e vida pessoal está cada vez mais difícil. As pessoas estão sempre ligadas aos seus smartphones, tendência que sempre gera muitas críticas e movimentos contra. Basta ver quantas políticas empresariais são criadas para incentivar seus funcionários a se desconectarem, e notar uma profusão de estudos sobre os malefícios da conectividade contínua. O fim do expediente tradicional é, portanto, visto por muitos como um sinal de vício em conexão.

Mas nem todo mundo enxerga o fim do horário de 9h às 17h como um sinal de trabalho em excesso e, consequentemente, uma desvantagem. Alguns especialistas apontam pontos positivos nesta nova forma de trabalhar, como a flexibilidade, tanto de horário quanto de espaço físico, e a concretização de uma nova cultura em que tudo é mais rápido e em que é possível fracionar as horas de trabalho.

Embora as pesquisas mostrem que voltar a atenção de seus entes queridos para seu smartphone seja definitivamente prejudicial aos relacionamentos, há também os que acreditam que a flexibilidade de trabalhar via dispositivos móveis permitiu que as pessoas possam estar mais presentes e sejam, por exemplo, pais mais engajados de uma forma geral.

E você, acredita que o fim do expediente tradicional tem mais vantagens ou desvantagens?

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Tradição é estratégia de negócios da Disney

Inovação é importante, mudanças de estratégia são bem vindas, mas a tradição tem um peso enorme para algumas companhias. Veja o caso da Disney: desde os tempos de Walt, englobar plataformas e aproveitar o máximo de cada produto são ações essenciais para o sucesso da empresa.

Além disso, a fórmula da companhia parece ser bem semelhante à adotada há décadas. Por trás das histórias que cativam gerações, está um eficiente trabalho de construção de imagem e equipes extremamente motivadas.  Um dos segredos da empresa é fazer com que cada pessoa da equipe trate do seu departamento, clientes e material de trabalho como se fosse a dona do negócio.

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No livro “Academia Disney – o Programa de Treinamento de uma das mais poderosas marcas do mundo”, o autor Doug Lipp aponta algumas características de gestão que ajudam no sucesso da empresa. Entre elas estão premissas que muitas vezes são adotadas em momentos de crise, mas que, na Disney, valem a todo o momento: “fazer mais com menos”; “melhorar o atendimento ao cliente” e “se diferenciar da concorrência”.

Já um im infográfico de 1957 (abaixo) mostra mais uma vez como a Disney vem utilizando a mesma estratégia de negócio há mais de 60 anos.  Na ilustração, divulgada pelo site Kottke.org, uma complexa rede de informações mostra como as ações da empresa eram pensadas de forma abrangente para tornar seus projetos bem-sucedidos. O objetivo, seguido até hoje, é unir plataformas e fortalecer marcas.

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Dentro dessa fórmula, a empresa cria conceitos de merchandising, dá valor às experiências dos consumidores e se especializa na criação de títulos derivados de um único produto. Manter a tradição da empresa, neste caso, mostra-se eficaz. Basta ver o sucesso que personagens como Frozen fazem com o público.

Que tal agregar as dicas e metodologias do icônico Walt Disney na sua rotina profissional?

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Roupas formais refletem na produtividade

Que vestir-se bem é importante para passar uma imagem de competência para clientes e colegas, você já sabe. O que pode não imaginar é que vários estudos recentes sugerem que vestir roupas alinhadas no trabalho, usando um terno ou um blazer, pode fazer toda a diferença para a produtividade do funcionário, seja em uma negociação, uma ligação de vendas ou mesmo participando de uma videoconferência.

Através de uma série de avaliações, como simulações de reuniões de negócios em que os participantes usavam roupas mais formais e mais casuais, os estudos ofereceram indicações de que vestir-se bem pode elevar o nível de confiança, afetar a percepção dos outros e, em alguns casos, até impulsionar o nível de pensamento abstrato, o tipo utilizado por líderes e executivos.

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O estudo, realizado por professores da Universidade de Yale e publicado pelo “Journal of Experimental Psychology”, mostrou que roupas com elevado status social podem elevar a predominância e o desempenho profissional em tarefas competitivas de “alto risco”. Foram avaliados 128 homens de idades entre 18 e 32 anos, com experiências e níveis de renda diversos, com exercícios para fazer negociações simuladas sobre a venda de uma fábrica hipotética, para descobrir se o uso de tipos específicos de roupa tem um efeito nos resultados.

Os resultados mostraram que, em um cenário competitivo, usar roupas mais formais pode enviar aos outros um sinal de como você tem sucesso e confiança em tudo o que faz. Os vestidos mais casualmente tendem a recuar mais facilmente do outro lado da mesa, enquanto os vestidos mais formalmente se tornam cientes do respeito que estão recebendo e também se tornam mais fortes.

Em um estudo publicado em 2015 na revista especializada “Social Psychological and Personality Science”, os resultados também sugerem que as pessoas se engajam em altos níveis de pensamento abstrato quando bem vestidas, comparadas com as que estão com roupas casuais. Quando foi pedido a 361 participantes que completassem certas tarefas, os vestidos mais formalmente usaram o tipo de pensamento abstrato que se espera de alguém em posição de poder, como um executivo sênior.

O tipo de roupa que é considerada formal, claro, depende do setor ou com quem você vai se encontrar. Um escritório com códigos de vestimenta mais relaxados é onde o uso de roupas formais terá efeitos maiores, segundo os especialistas.

Informações: The Wall Street Journal

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Engajamento sustentável

Em uma pesquisa recente sobre engajamento da força de trabalho, foram ouvidos 32 mil profissionais em 28 países. O resultado é bastante crítico. Num grupo de 500 profissionais brasileiros, por exemplo, apenas 28% dizem que estão altamente engajados no trabalho. Entre os demais, 30% estão desengajados, 26% se sentem sem suporte por parte das empresas e 16% estão desvinculados de suas companhias. Se considerarmos que as empresas hoje buscam um engajamento sustentável, isto é, que assegure uma alta performance e um comprometimento de longo prazo, esses números mostram que elas estão bastante vulneráveis.

A pesquisa foi norteada pelo conceito de engajamento sustentável, que é a soma de três fatores: engajamento (vínculo à empresa e vontade de dar o melhor de si – esforço extra); suporte organizacional (que proporcione produtividade e alto desempenho); e bem-estar (físico, emocional e interpessoal).

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O estudo aponta que remuneração benefícios não são os principais motivadores do engajamento. Para os profissionais brasileiros, os fatores que os motivam e os levam a criar um laço com a empresa são: desenvolvimento de carreiraimagem da empresa e metas e objetivos claros. Mas quando se analisa a oferta de cada um desses itens, os resultados também não são muito animadores para as companhias nacionais.

Nas questões sobre desenvolvimento de carreira, 50% dos entrevistados apontaram que sair da atual empresa é a única opção para crescer na profissão, 57% acreditam não ter acesso aos treinamentos necessários para serem produtivos em sua posição atual e 63% não percebem os programas de treinamento da empresa como efetivos.

Por mais que a imagem da organização seja fundamental para o engajamento sustentável, a pesquisa mostra que esse é um ponto de desafios paras empresas. Um pouco mais da metade dos funcionários entrevistados crê que sua organização tem uma boa imagem e conduz seus negócios com transparência.

Fonte: Você RH

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