Lúcia de Almeida, da MSA, comenta sobre trabalho na terceira idade

O envelhecimento da população transformou consideravelmente o mercado de trabalho. Uma parcela das pessoas que já poderiam estar aposentadas vê como uma opção real, cada vez mais, o retorno às suas antigas funções (ou o início de uma nova carreira, por que não?). E a redescoberta da vida ativa, seja pela necessidade de complementar a renda, seja para ocupar o tempo que ficou livre, foi destaque do programa Balanço Geral RJ, da TV Record. Para tratar do assunto, a reportagem ouviu Lúcia de Almeida, executiva da MSA RH, que deu dicas para os profissionais mais experientes que desejam se manter ou voltar ao mercado de trabalho. Confira abaixo este trecho:

 

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MSA RH aborda no blog assuntos de interesse do mercado de trabalho e procura divulgar informações relevantes para os leitores, englobando temas do ambiente corporativo, como carreira, negócios e recursos humanos. É importante frisar que todos os dados e pesquisas apresentados neste espaço são de responsabilidade de fontes confiáveis, como institutos de pesquisa e veículos de comunicação de reconhecimento nacional e internacional.

O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

Pausa com produtividade

No senso comum, férias significam um momento para descansar o corpo e a mente, recarregar as energias para enfrentar, de forma saudável, outra jornada de trabalho. Mas há quem defenda que esse período pode servir também para outras finalidades, como assimilar novos conhecimentos e refletir, sob outros pontos de vista, a respeito dos desafios e posturas profissionais. É a pausa produtiva.

produtividade

Segundo especialistas, livre das pressões e obrigações do dia a dia, o profissional tem a possibilidade de analisar as grandes questões que o afligem sob outras óticas, e ainda pode adquirir outros tipos de experiências se conectando com o ambiente que escolheu para descansar. É, então, durante as férias que o indivíduo se abre para perspectivas que não enxerga no dia a dia e muitos insights que não surgem quando se está no trabalho podem vir à tona quando se distancia daquela realidade e vive outras experiências.

As pessoas já costumam fazer isso, mas inconscientemente. As vivências que elas tiveram no período de férias de alguma maneira influenciam seus movimentos posteriormente. Entretanto, pode haver um direcionamento para que haja melhor proveito dessas experiências. Mas segundo especialistas em carreira, tornar essa prática consciente não significa ficar pensando no trabalho durante o período de férias. Pode-se ir para o período de descanso com o intuito de trazer algo de volta, ou seja, ficar atento ao que se está fazendo naquele período. A reflexão sobre quais competências foram aplicadas em determinada atividade, sobre quantas vezes nos permitimos quebrar nossos protocolos durante uma viagem e o que sentimos ao fazê-lo ficam para depois da volta. É quando você vai revisitar os aprendizados e sensações que teve e analisar quais dessas coisas vai querer que perdurem no dia a dia, dali em diante.

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Os melhores talentos não deixam as empresas, deixam os gestores

No mercado de trabalho, a movimentação é constante: profissionais migram de empresas e de áreas o tempo todo e as razões podem ser variadas, nem sempre relacionadas a maiores ganhos financeiros. Um artigo publicado no LinkedIn discorre sobre o assunto e afirma que pessoas desmotivadas, problemas de relacionamento e de comunicação, falta de visão e direcionamento, projetos desacreditados, problemas com a liderança, entre outros, são fatores que levam os melhores talentos a saírem das empresas.

Segundo o autor, Leonardo Vilela, geralmente o motivo para a saída dos profissionais não é o salário ou o horário inflexível. A principal queixa dos profissionais é exatamente sobre as pessoas, ou melhor, a Gestão de Pessoas. É a mesma ideia recorrente no mercado, que afirma que os talentos não deixam suas empresas, mas seus gestores. O que fazer, então, para melhorar esta gestão antes mesmo que os talentos sintam-se motivados a deixarem suas posições?

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Para o autor, o princípio de tudo é que os valores da empresa sejam compatíveis com os do colaborador, aspecto alinhado ainda no momento da contratação. Além disso, outras práticas de Gestão de Pessoas devem ser adotadas pelas empresas, como compartilhar sua visão com todos os funcionários. Pessoas felizes fazem parte de algo, sentem-se de fato úteis e colaborando, não apenas seguindo ordens, mas contribuindo de forma proativa, sendo ouvidas, compartilhando conhecimento e principalmente entendendo claramente o que estão fazendo e para onde estão indo.

Os desafios também são importantes e, quando compatíveis com as competências, são os principais ingredientes da motivação. Assim como o feedback, que constitui uma poderosa ferramenta de valorização. Segundo o artigo, todos os colaboradores devem ser acompanhados por avaliações de desempenho, já que elas fazem as pessoas se sentirem valorizadas com as competências que têm e saberem exatamente quais pontos devem ser desenvolvidos. Outro fator essencial para reter talentos é um ambiente propício ao desenvolvimento de ideias e inovação. Permitir o erro, premiar projetos e possibilitar que os próprios colaboradores proponham sugestões para resolver problemas são medidas que resultam em ótimos resultados.

Segundo outro artigo também publicado no LinkedIn, é imprescindível disseminar uma cultura onde a meritocracia realmente seja aplicada e favoritismos sejam eliminados, onde profissionais qualificados sejam reconhecidos e a missão e valores da empresa de fato estejam presentes, e não simplesmente nos cartazes nas paredes da empresa.

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Profissionais de 30 anos estão frustrados

Todo mundo, em pelo menos uma fase da vida, se sentiu insatisfeito com o trabalho. É normal, ainda mais quando se está na faixa dos 30 anos de idade. Embora a frustração ocorra em qualquer período da vida útil, uma pesquisa recente feita por uma empresa de comunicação indica que 52% dos profissionais brasileiros de cerca de 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. O levantamento ouviu 1.200 pessoas.

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Como possíveis motivos para este fato, especialistas apontam, principalmente, para escolhas equivocadas de profissões. A falta de autoconhecimento é um agravante, já que é comum que jovens tenham pouco pensamento crítico e se deixem levar pela opinião de terceiros, resultando em escolhas de carreira equivocadas. Na fase de escolha profissional, os estudantes acabam optando pelo fator financeiro, o que não é uma estratégia sustentável, e não analisam o quanto aquela escolha vai impactar no nível de felicidade, satisfação e realização.

Pelo levantamento, apenas 16% dos jovens das classes A e B e 15% da classe C estão realizados com o trabalho, enquanto 9% dos entrevistados de alta renda e 10% da classe C aceitariam ganhar menos para ter mais qualidade de vida. 26% dos entrevistados das classes A e B gostariam de ter uma profissão que proporcionasse mais realização. Esse sentimento é compartilhado por 28% dos pertencentes à classe C.

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Mulheres economizam nos vôos de negócios

Uma das discussões envolvidas no tema da desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho é o custo que cada gênero representa para as empresas. Mas, se de um lado as mulheres têm custos como a licença-maternidade, por outro, podem representar economia para os empregadores, como na hora de viajar a trabalho.

Segundo a Harvard Business Review, pesquisadores americanos analisaram dados sobre 6,4 milhões de reservas de vôos de negócios e descobriram que, em média, as mulheres fazem reservas quase dois dias inteiros mais cedo do que os homens. Os estudiosos não sabem como explicar esta lacuna, mas uma possibilidade é a de que as mulheres que antecipam o possível estresse da viagem se organizam para tentar compensar o desgaste.

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Seja como for, o importante é o resultado disso: controlando outros fatores, o estudo mostrou que as mulheres economizam aproximadamente 17 dólares por viagem com este comportamento, o que corresponde a 2% do preço da passagem. O planejamento compensa e, quando olhamos pela ótica de uma companhia inteira, o resultado é ainda melhor. Considerando uma multinacional com 21 mil viajantes e padrões típicos de gênero e viagem, os resultados podem ajudar a chegar em uma economia de um milhão de dólares por ano.

Outros fatores que os estudiosos concluíram foi que as mulheres da geração Y têm uma vantagem menor em relação aos homens, no que diz respeito ao planejamento das viagens de negócios. Além disso, quanto mais velho o viajante, mais antecipadamente ele faz a reserva de seus vôos. No entanto, seja qual for a faixa etária, as mulheres se planejam mais cedo que os homens. O único fator que faz com que esta diferença entre os gêneros diminua é quanto mais frequente as viagens a negócios forem. Estas diferenças quase desaparecem nos casos de mais de 20 viagens por ano.

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Os níveis de desemprego no Brasil

Alguns números podem até indicar que a crise vem desacelerando, mas seus efeitos ainda parecem estar longe de ir embora. A taxa de desemprego no País, por exemplo, permaneceu em 11,2% até o mês de maio, o mesmo que os três meses anteriores. Embora mostre uma estabilização, o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada no fim de junho, também aponta que o desemprego cresceu 17 trimestres consecutivos, antes de chegar a este patamar.

A população desocupada cresceu 40,3% no trimestre móvel até maio, em relação ao mesmo período de 2015. O contingente somou 11,440 milhões de pessoas, de acordo com o levantamento. Para os mais jovens, a situação é ainda mais grave. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), um entre quatro brasileiros com menos de 25 anos está desempregado. O percentual dos brasileiros entre 14 e 24 anos que não possuem emprego subiu de 20,89% no 4º trimestre de 2015 para 26,36% no 1º trimestre deste ano.

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Outro ponto sobre o desemprego, apontado em matéria no Estadão, é que ele atinge em grande parte os mais qualificados. Segundo a reportagem, os profissionais mais qualificados são os alvos prioritários da deterioração no mercado de trabalho. A demissão de funcionários com curso superior completo saltou 10,8% nos 12 meses encerrados em março deste ano, ou seja, um corte de 1,014 milhão de pessoas com alto nível de instrução.

O levantamento, com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), considera apenas os empregados demitidos sem justa causa ou que tiveram o contrato de trabalho rescindido. Dessa forma, o estudo consegue excluir os desligamentos, que normalmente são voluntários, principalmente por conta da migração dos profissionais de uma empresa para outra.

Entre as carreiras que exigem diploma de nível superior, as mais atingidas foram as de administradores de empresas, professores na área de formação pedagógica do ensino superior, engenheiros civis e afins, programadores, avaliadores e orientadores de ensino, advogados, engenheiros industriais, de produção e segurança.

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O peso do feedback

Críticas são sempre importantes e nos ajudam a perceber algumas facetas de nosso comportamento que no dia a dia não percebemos. Porém é preciso muito cuidado ao absorver  o famoso “feedback” e não permitir que isto seja uma definição sua. A avaliação alheia pura e simples não pode interferir drasticamente na visão que você mesmo tem sobre suas competências e  vivências no mundo corporativo.

Uma forma de conviver pacificamente com o feedback é sempre avaliar o contexto em que ele foi recebido, e o quanto você concorda (ou discorda) dele. A resposta poderá ajudá-lo a dar o correto peso a esta avaliação, e contribuir para uma melhora geral em sua carreira.

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Além da forma como é recebido o feedback, a forma como é dito também é importante. De acordo com um estudo feito na Michigan State University, superiores que dão feedbacks de forma inconstante são piores do que aqueles que dão respostas negativas de forma contínua. Esta pesquisa chegou à conclusão de que funcionários com um gestor cortês e apreciativo em alguns momentos, mas irracional e severo em outros, apresentam níveis de estresse fisiológico mais elevado do que aqueles tratados de maneira ríspida o tempo todo.

Para o experimento, alunos da universidade foram divididos em três grupos. O primeiro sempre recebia comentários e eles eram justos; o segundo recebia opiniões injustas e desrespeitosas; e o terceiro recebia feedbacks intercalados. Ao medir a frequência cardíaca de todos os alunos, aqueles que pertenciam ao último grupo tinham ficaram mais estressados do que os outros.

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Mais contratação de profissionais com MBA

Segundo o Valor Econômico, a contratação de profissionais com MBA deve crescer este ano. Os dados são de uma pesquisa global do Graduate Management Admission Council (GMAC), que destacou também que as empresas estão dispostas a recrutar, inclusive, estrangeiros.

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O levantamento teve participação de 530 empresas de 40 países que promovem recrutamento anualmente em escolas de negócios. Neste ano, 88% delas pretendem contratar ex-alunos de MBAs, contra 80% no ano passado, e 55% em 2010, ano que registrou a menor demanda. Mais de metade das empresas (52%) dizem ter planos ou considerar contratar profissionais de outros países, que precisam de documentação legal adicional como vistos de trabalho. Os setores em que mais companhias planejam esse tipo de contratação são consultorias, indústria, tecnologia e finanças.

Além do MBA, houve um aumento mais modesto na demanda por profissionais formados em masters de contabilidade e finanças. Pela primeira vez desde o início da pesquisa, há 15 anos, os recrutadores também responderam de quais programas, além dos tradicionais, eles buscariam candidatos. Os mais valorizados foram os masters de gestão de supply chain (27%), data analytics (26%) e marketing (24%).

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Maior investimento na gestão do conhecimento

De tempos em tempos, mudanças sensíveis na cultura empresarial acontecem e causam impactos diretos nos negócios. Apenas equipamentos e atividades operacionais geravam lucratividade para as organizações, mas essa época passou. Há tempos, o olhar empresarial também está voltado para o capital intelectual, ou seja, para as pessoas.

A importância dada a elas – suas capacidades criativas, motivações, competências e conhecimentos – é sentida como um diferencial e uma oportunidade para as empresas crescerem mais. Tanto é que muitas pesquisas têm indicado que as organizações pretendem investir uma parte cada vez maior de seu lucro em benefícios aos colaboradores.

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Dar maior importância às pessoas do que aos bens tangíveis torna-se uma tendência porque são elas que detém os conhecimentos mais valiosos sobre como atingir melhores resultados, como diagnosticar problemas e otimizar processos internos, enquanto os equipamentos usados nas operações são meros coadjuvantes para tal fim.

A maneira de aproveitar melhor o conhecimento desses colaboradores é praticar a gestão do conhecimento, que nada mais é do que estimular e facilitar a troca, e o uso e a criação de conhecimento em toda a empresa. Com a gestão do conhecimento, as pessoas são incentivadas a compartilhar aquilo que sabem, de forma a criar um ambiente de trabalho no qual toda experiência válida pode ser acessada pelos outros colaboradores e aplicada em suas atividades a fim de elevar a produtividade da companhia.

Para as empresas, a gestão do conhecimento pode ser de grande valia, pois contribui para a geração de valor, otimização das operações e para melhora do atendimento ao cliente final. Por isso deve ser aplicado nas empresas. Uma vez disseminado, o conhecimento pode ser retido por outros colaboradores, a fim de gerar resultados sempre superiores aos do passado. Um engenheiro que opera uma plataforma de petróleo em alto mar tem uma experiência riquíssima que deve ser bem aproveitada. É preciso reconhecer e disseminar esse conhecimento para que a empresa esteja sempre evoluindo. É algo contínuo.

Um dos desafios para as empresas atualmente é aplicar a gestão do conhecimento de forma alinhada aos negócios, orientada para os objetivos estratégicos da empresa. Não adianta implantar a gestão do conhecimento sem pensar em quais resultados se quer atingir. Caso contrário, a gestão do conhecimento gera pouco impacto.

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Liderança de mulheres ainda é tímida

Um debate realizado em maio, em São Paulo, baseou-se no livro “Faça acontecer: Mulheres, trabalho e vontade de liderar”, da americana Sheryl Sandberg, para abordar o tema dos desafios das lideranças femininas e a desigualdade de gênero. Segundo os especialistas participantes, desde 2002 a quantidade de cargos de liderança ocupados por mulheres não cresce.

Nos cargos parlamentares, somente 13% são mulheres, e em cargos de diretoria executiva ou em conselhos de administração, apenas 15%. A lista de obstáculos para elas no ambiente corporativo não é pequena. Ela inclui itens como machismo, assédio sexual, insegurança de pedir flexibilidade no horário de trabalho, negociar o próprio salário, assumir responsabilidades e o medo de se impor entre os homens.

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No Brasil, os avanços para a igualdade de gêneros nas empresas são tímidos, de acordo com os participantes. A sociedade ainda é muito excludente e a falta de educação social faze parte dos impasses para enfrentar, refletir e evoluir sobre o espaço da mulher no mercado de trabalho.

Para a sócia do escritório de advocacia norte-americano Ropes & Gray, Colleen Conry, a justiça no trabalho deve ser construída gradativamente e a mulher deve se encorajar e assumir a responsabilidade. Além disso, não se deve tratar o assunto como uma proposta de luta, mas sim um engajamento tanto da mulher como do homem, um entrosamento de ambos, visando a evolução de pensamento para o progresso de um meio corporativo igualitário, livre de estereótipos.

Informações: Revista Melhor

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