Foco com ações de longo prazo

Faça uma avaliação da sua visão profissional. Você costuma se concentrar em resultados de curto prazo ou de longo prazo? Pesquisadoras recentemente fizeram um estudo que dá indícios de que existe uma resposta certa a este questionamento, concluindo que líderes com foco no longo prazo produzem mais lucro.

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Segundo um artigo na The Wall Street Journal, a pesquisa concluiu que líderes míopes, ou seja, que não olham para o cenário mais distante, estão impedindo o progresso de suas companhias ao não investir em inovação e projetos arriscados. Acredita-se também que mudar para uma perspectiva de longo prazo pode melhorar o desempenho operacional de uma empresa em várias medidas, como retorno sobre ativos, lucro operacional e crescimento das vendas. E tudo isso em um prazo de dois anos. Um maior direcionamento de ações para o longo prazo, portanto, promoveria inovação e aumentaria o valor de mercado das empresas.

A análise foi comandada por pesquisadoras da Universidade de Boston e da Universidade de Western Ontario. Para determinar se os executivos com visão de longo prazo conseguem um melhor desempenho, as pesquisadoras identificaram 808 propostas de acionistas sobre remuneração de longo prazo de executivos entre 1997 e 2012 e examinaram as medidas aprovadas por uma pequena margem de votos. Elas mediram os efeitos de propostas aprovadas durante o ano da sua aprovação, um ano depois e três anos após a aprovação.

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MSA RH aborda no blog assuntos de interesse do mercado de trabalho e procura divulgar informações relevantes para os leitores, englobando temas do ambiente corporativo, como carreira, negócios e recursos humanos. É importante frisar que todos os dados e pesquisas apresentados neste espaço são de responsabilidade de fontes confiáveis, como institutos de pesquisa e veículos de comunicação de reconhecimento nacional e internacional.

O objetivo é, portanto, traçar um panorama imparcial sobre o universo profissional e gerar discussões sobre temas atuais e essenciais não só a quem vivencia o meio de RH, como a todos os profissionais brasileiros. Seja bem-vindo e contribua sempre com seus comentários, opiniões e sugestões!

Direito de se desconectar

Nos momentos de folga, é importante se desligar do trabalho, certo? Mas nem sempre isso ocorre e inúmeras pesquisas comprovam o que vemos na prática no dia a dia: profissionais dificilmente deixam de, pelo menos, checar seus e-mails quando estão escritório.

É assim em praticamente todo lugar, mas na França uma medida foi tomada para que colaboradores não fiquem conectados full time, dando fim a este tipo de “hora extra”. Desde o primeiro dia de 2017, os funcionários franceses têm direito de ignorar mensagens de trabalho no horário de folga. A nova lei foi, inclusive, apelidada de “direito de se desconectar”.

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A regra vale para empresas com mais de 50 funcionários, que serão, agora, obrigadas a elaborar uma carta de boa conduta definindo os horários fora da jornada de trabalho, quando os colaboradores não deveriam trocar e-mails profissionais. Estes horários são, normalmente, o período noturno e fins de semana.

Para quem defende a nova regra, os profissionais não estão recebendo um pagamento justo por estas horas extras em que ficam conectados. Afirma-se que a prática aumenta o risco de o funcionário sofrer de estresse, Síndrome de Burnout (esgotamento físico e mental), problemas do sono e dificuldades nos relacionamentos.

Você acha que a nova regra francesa pode prejudicar a produtividade ou pelo contrário, já que é válida para garantir o bem-estar dos funcionários? Se a medida fosse aplicada no Brasil, ela seria respeitada? Por ora, o que vale é o bom senso ao responder a uma mensagem de trabalho fora do horário de expediente.

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Qualidade no ambiente de trabalho

Quase metade dos trabalhadores brasileiros não se desliga totalmente de suas tarefas profissionais no tempo livre. Além disso, um em cada cinco profissionais já sofreu alguma doença ou acidente decorrente do excesso de trabalho. Confirmando o que muitos já sabiam sobre a qualidade do ambiente de trabalho do brasileiro, estas conclusões são fruto de uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

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Segundo resultados do estudo publicados pela Você RH, durante o expediente, 95% dos brasileiros têm liberdade apenas para satisfazer suas necessidades pessoais, como tomar água, parar para um café, dentre outros. Outros 72,4% têm permissão para resolver problemas pessoais no horário de trabalho, e 83,1% podem conversar sobre assuntos gerais com algum colega. Por outro lado, 15,8% dos trabalhadores não têm tempo ou não têm previsão para seu horário de almoço, e outros 27% só conseguem uma pausa para almoçar e retornar às tarefas do trabalho logo em seguida.

A pesquisa também analisou a percepção dos trabalhadores sobre as capacidades que lhes são exigidas no trabalho, seja pelo empregador ou pelo cliente. No geral, 44,1% dos trabalhadores enfrentam um alto nível de exigência quanto a ter de desempenhar várias funções diferentes no local de trabalho, e 47,2% lidam com a pressão de ter que executar suas tarefas com velocidade. Isso porque muitos deles precisam exercer atividades que antes eram atribuídas a mais de uma pessoa.

E como anda a qualidade no seu ambiente de trabalho?

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Para enfrentar a crise, perca o medo de se expor

Em 2016, uma das palavras de ordem no meio corporativo colocou medo em muita gente: “reestruturação”. O receio é compreensível, já que o conceito significa uma ameaça real de cortes de funcionários e espalha um clima de apreensão, principalmente nos momentos de crise. No entanto, o segredo para enfrentar o atual cenário é não se esconder.

Segundo matéria do Estadão, a reação mais comum entre os profissionais, nesta situação, é manter-se alheio por medo de perder o emprego. Mas, para aproveitar as oportunidades que possam surgir em momentos desfavoráveis, é importante se expor. Em vez de se esconder, especialistas acreditam que a pessoa que adota uma postura de colaboração e de entendimento do momento da empresa tende a ter melhores resultados.

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Desde o início do ano, as empresas deixaram de expandir seus quadros, extinguiram vagas, ou contrataram pessoas o bastante apenas para repor posições essenciais. Mas o mercado resiste em abrir mão de quem assume o risco de se expor, mostrando-se disposto a colaborar com os gestores. Por isso, para muitos líderes, a principal competência profissional necessária em momentos de incerteza no cenário econômico é a confiança de olhar através da crise.

Segundo a matéria, destacam-se os profissionais que tenham foco e determinação, além de atenção aos processos internos das empresas. Estarão mais bem posicionados aqueles que souberem trazer ganhos de eficiência às empresas em que trabalham, sempre mantendo equilíbrio emocional. Estas características e competências também contam bastante para profissionais que estejam em busca de novas posições no mercado de trabalho.

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Boas Festas e Feliz 2017! ✨

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Empresas e a licença-paternidade

A chegada de um bebê causa impactos na rotina da família e não é apenas a mãe que sente estas mudanças. Pelo contrário, especialistas afirmam que o cuidado direto pelo pai nos primeiros dias em casa ajuda a fortalecer o vínculo com o bebê neste momento tão importante. E uma lei sancionada no início de 2016 promete ajudar os novos pais a estabelecer este contato intenso com seus filhos.  De acordo com a nova regra, a licença-paternidade aumenta de cinco para 20 dias, para os funcionários de companhias que fazem parte do Programa Empresa Cidadã.

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No entanto, uma pesquisa feita com 141 gestores de Recursos Humanos, dos quais 74% atuam em empresas com mais de 500 funcionários, apontou que apenas 18% dessas companhias concedem licença-paternidade de 20 dias. Contando apenas as organizações nacionais, o porcentual cai para 11%. Entre as estrangeiras, a taxa sobe para 23%.

De acordo com o Estadão, que divulgou o resultado do estudo, 45% das empresas que concedem o benefício de 20 dias apontam como vantagens desta medida a diminuição da desigualdade de gêneros no mercado de trabalho. Para 21%, a licença-paternidade contribui para a retenção de talentos, e 14% dizem que o aumento de produtividade no retorno do profissional ao trabalho é o principal efeito do benefício.

Porém, existe um receio por parte das empresas em conceder a licença-paternidade de 20 dias. O levantamento mostra que 61% dos entrevistados temem que o novo benefício cause desfalques na equipe e perda da rentabilidade.

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Inclusão no mercado de trabalho

É possível perceber muitos progressos que a comunidade LGBT tem conquistado na sociedade atual, como a legalização do casamento gay. Mas, além de faltar um longo caminho para a comunidade de lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros conquistar a igualdade, no mercado de trabalho o assunto também é delicado. Segundo um estudo comandado por uma organização americana, a maior parte dos profissionais que se identificam como pertencentes a estes grupos não fala abertamente sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho.

A pesquisa falou com mais de 12 mil funcionários de empresas multinacionais de países com diferentes níveis de apoio a pessoas LGBT, incluindo o Brasil. Mesmo nos lugares onde as leis foram consideradas mais positivas, o mundo corporativo parece não ser um ambiente muito inclusivo. No nosso país, 61% dos funcionários LGBT dizem estar “no armário” em suas vidas profissionais. Mesmo entre os que não escondem sua orientação no âmbito pessoal, 49% dizem não falar abertamente sobre o assunto no trabalho e alterar o próprio comportamento para se integrar melhor ao ambiente. Este comportamento é prejudicial para os profissionais.

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Globalmente, mais de um terço dos que não falam abertamente sobre a própria sexualidade dizem que isso prejudica o relacionamento com colegas de trabalho, e 32% sentem que sacrificam sua autenticidade pessoal no emprego. Segundo os autores da pesquisa, profissionais LGBT que trabalham em empresas que consegue protegê-los de discriminação são mais engajados. E pensando em um ambiente mais inclusivo e que ofereça oportunidades iguais a todos, o Instituto Ethos criou, em 2013, o Fórum de Empresas e Direitos LGBT.

A organização brasileira tem o objetivo de ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, e liderou a criação de uma carta em que mais 80 empresas que atuam no Brasil assumem os dez compromissos para fortalecer ou criar ações ligadas à promoção dos direitos LGBT. São eles:

1. Comprometer-se, presidência e executivos, com o respeito e com a promoção dos direitos LGBT;
2. Promover igualdade de oportunidades e tratamento justo às pessoas LGBT;
3. Promover ambiente respeitoso, seguro e saudável para as pessoas LGBT;
4. Sensibilizar e educar para o respeito aos direitos LGBT;
5. Estimular e apoiar a criação de grupos de afinidade LGBT;
6. Promover o respeito aos direitos LGBT na comunicação e marketing;
7. Promover o respeito aos direitos LGBT no planejamento de produtos, serviços e atendimento aos clientes;
8. Promover ações de desenvolvimento profissional de pessoas do segmento LGBT;
9. Promover o desenvolvimento econômico e social das pessoas LGBT na cadeia de valor;
10. Promover e apoiar ações em prol dos direitos LGBT na comunidade.

Você acha que o meio empresarial está no caminho para um mercado de trabalho mais inclusivo?

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Mudanças no primeiro escalão

É sabido que cada tempo e cada circunstância pedem habilidades de liderança distintas. Logo, na hora de administrar a própria carreira, como se preparar para subir? Que habilidades um aspirante ao topo deve tratar de desenvolver ao escolher empresas, atividades e cargos? Requisitos para a ocupação de cargos de comando na empresa vão mudando com o tempo. O currículo de diretores hoje é muito distinto do currículo de seus antecessores de 10 ou 20 anos atrás.

Leader

Para executivos do primeiro escalão da empresa, especialização e know-how técnico hoje são menos importantes do que entender os fundamentos do negócio e a estratégia. Hoje, integrantes da diretoria costumam ter mais em comum com outros executivos do mesmo nível do que com o pessoal do setor que dirigem. É cada vez mais normal, por exemplo, que um diretor de recursos humanos venha de outra área que não o RH; para executivos de TI, um know-how em marketing hoje é uma vantagem. Um diretor de informação precisa saber como criar modelos de negócios; um diretor de finanças, como traçar estratégias de gestão de riscos; um diretor de recursos humanos, como elaborar um plano de sucessão e uma estrutura de talentos que garanta vantagem competitiva. Em outras palavras, os dotes que o ajudam a chegar ao topo já não são suficientes depois da ascenção.

Segundo uma matéria da Harvard Business Review, quando o profissional chega à diretoria, a tarimba técnica e funcional pesa menos do que a capacidade de liderança e uma forte compreensão dos fundamentos do negócio. Hoje, integrantes da alta diretoria devem não só apoiar o presidente em estratégias de negócios, mas também oferecer seus insights e contribuir para decisões importantes.

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Avalie a sua comunicação por e-mail

Ao trocar e-mails de trabalho, quanto tempo você usa pensando na mensagem que deve ser transmitida? Provavelmente não muito, levando em consideração o imenso volume de comunicação corporativa trocada diariamente. É assim que as pessoas tendem a agir, escrevendo mensagens eletrônicas em excesso e sem ponderar o conteúdo.

A autora e especialista em etiqueta Jacqueline Whitmore, que já realizou treinamento  de liderança para várias empresas da Fortune 500, alerta que é necessário sempre observar algumas regras. Ao The Wall Street Journal, ela diz que o e-mail é, frequentemente, a primeira impressão que as outras pessoas têm de nós. Por isso, é melhor pecar pelo excesso de formalidade do que pela falta dela.

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Segundo a profissional, quando se escreve um e-mail, o ideal é começar com uma saudação. Parece básico, mas nos tornamos tão descuidados na forma de nos comunicar que esquecemos dos bons hábitos. Whitmore dá uma boa dica, que é se espelhar na pessoa a quem está enviando o e-mail, usando o mesmo tipo de saudação que ela.

Uma das regras de etiqueta mais importantes é a questão do tempo de resposta a um e-mail, que é, preferencialmente, de até 24 horas. Mesmo que você ainda não tenha a resposta solicitada, pode responder avisando que vai responder em uma determinada data.

Entre as outras sugestões que a especialista costuma dar, é essencial lembrar também de ser o mais direto e objetivo possível. As pessoas têm centenas de e-mails para responder em um dia e a probabilidade de responder aumenta quando o e-mail é mais curto.

E você, como costuma se comunicar por e-mail?

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Treinamento para uma excelente execução

Muita gente subestima o poder da rotina de treinamentos, mas sem ela as pessoas atuam no padrão “tentativa e erro”. Cada um faz do seu jeito e os desempenhos acabam sendo pouco consistentes. Atletas de sucesso, além de possuírem um enorme talento, treinam muito. Mesmo um excelente músico precisa de muitas horas de prática e exercícios intensivos para interpretar uma partitura de forma impecável. Profissionais de alto nível nos esportes e artes geralmente gastam 98% de seu tempo treinando ou estudando, e, no máximo, 2% do tempo se apresentando em público.

Mas, nas empresas, acontece o contrário: investe-se 2% do tempo em treinamento e 98% na execução de tarefas. É claro que, com essa proporção, haverá dificuldades para se alcançar resultados excelentes. Não há milagres. Já pensou o que aconteceria se um cantor de ópera resolvesse diminuir pela metade seu tempo de preparação e ensaios? E se um atleta interrompesse seus treinos um mês antes de uma competição importante?

Business seminar

Quando os resultados começam a piorar ou a concorrência ocupa mais espaços, as empresas tendem a se proteger tomando as medidas imediatistas, como demitir funcionários ou concluir que “falta motivação”. Então, contratam palestras motivacionais ou usam discursos repetitivos. Segundo uma reportagem da Você RH, estas são medidas meramente paliativas e o efeito dura pouco, já que não se treinou ninguém para valer. Neste cenário, são poucos os que têm a coragem de admitir que muitos funcionários – inclusive alguns chefes – não dominam suficientemente as operações ou não sabem executar tecnicamente as tarefas mais importantes. É mais fácil culpar a falta de motivação.

Convenções, discursos e palestras são práticas louváveis, desde que acompanhadas de treinamentos técnicos intensivos. Mas os especialistas alertam: é preciso avaliar a qualidade e os resultados dos treinamentos. É importante avaliar o desempenho prático, questionar o que está sendo usado e se está dando resultados, e comparar o que foi prometido com o que está sendo entregue. Investimento de tempo e dinheiro só deve ser aplicado no que realmente gere resultados mensuráveis.

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